Justiça autoriza quebra de sigilo de celular encontrado na cela de Dr. Jairinho

Justiça autoriza quebra de sigilo de celular encontrado na cela de Dr. Jairinho

A Justiça do Rio de Janeiro deu sinal verde para a quebra do sigilo de um aparelho celular apreendido na cela do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho. Jairinho foi condenado pela morte do menino Henry Borel, de 4 anos, em um caso que chocou o país. CONTINUA APÓS O ANÚNCIO A […]

Resumo

A Justiça do Rio de Janeiro deu sinal verde para a quebra do sigilo de um aparelho celular apreendido na cela do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho.

Jairinho foi condenado pela morte do menino Henry Borel, de 4 anos, em um caso que chocou o país.

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A decisão foi tomada pela juíza Elizabeth Machado Louro, da 2ª Vara Criminal da capital, atendendo a um pedido do Ministério Público do Rio.

A magistrada determinou que a extração dos dados do celular seja realizada pela Divisão Especial de Inteligência Cibernética (Deic).

O aparelho foi encontrado na última quinta-feira, escondido em meio a livros na cela de Jairinho no Presídio Pedrolino Werling de Oliveira.

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A Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen) informou ter recebido informações de inteligência da Corregedoria da instituição, que indicavam a posse do celular pelo ex-vereador dentro da unidade prisional.

A descoberta do aparelho celular levanta novas questões sobre as atividades de Dr. Jairinho mesmo após sua prisão e condenação.

A análise do conteúdo do celular poderá fornecer elementos importantes para a continuidade das investigações ou para a comprovação de novas ações que possam ter ocorrido.

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O caso Henry Borel gerou grande comoção pública e um forte debate sobre a proteção infantil e a responsabilidade de adultos no cuidado de crianças.

A condenação de Jairinho e sua companheira, Monique Medeiros, mãe de Henry, representou um marco no processo judicial que apurou as circunstâncias da morte do menino.

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A quebra de sigilo de um celular em uma cela de presídio é um procedimento comum em investigações, visando coletar provas e informações que possam esclarecer fatos criminosos.

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A Deic é o órgão especializado em lidar com dados digitais, garantindo a segurança e a integridade das informações extraídas.

A 34ª Delegacia de Polícia (Bangu) será responsável pela retirada do aparelho para que a extração de dados possa ser realizada.

Fonte: Estadão

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