O Secretário de Estado de Governo de Minas Gerais, Castellar Modesto Guimarães Neto, foi exonerado do cargo. A decisão foi oficializada através da publicação no Diário Oficial do estado nesta sexta-feira (31).
Para assumir a titularidade da Secretaria de Estado de Governo (Segov), foi nomeado Juliano Fisicaro Borges, que até então ocupava a posição de Secretário de Estado Adjunto de Governo.
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Trajetória e Contexto Político
Castellar Modesto integrava o governo de Romeu Zema desde o início de sua gestão e era visto como um aliado político de Marcelo Aro. Aro, ex-chefe da Casa Civil do governo Zema, é uma figura proeminente e apontado como um dos potenciais candidatos ao governo de Minas Gerais em 2026.
A sucessão estadual em 2026 já movimenta os bastidores políticos, com Marcelo Aro disputando espaço no campo governista com outros nomes que também são cotados para a disputa, como o senador Cleitinho (Republicanos).
Perfil do Novo Secretário
Juliano Fisicaro Borges possui uma carreira consolidada no serviço público mineiro. Graduado em Ciências Econômicas pela PUC Minas, ele é pós-graduado em Orçamento e Finanças Públicas e mestre em Administração Pública pela Fundação João Pinheiro.
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Ao longo de sua trajetória, Fisicaro atuou em diversas áreas estratégicas do governo estadual, incluindo planejamento, auditoria e gestão pública. Ele já ocupou cargos como Secretário-Adjunto de Desenvolvimento Social, Controlador-Geral Adjunto do Estado, Chefe de Gabinete da Secretaria-Geral e da própria Secretaria de Governo.
Mais recentemente, em 2024, exerceu a função de Secretário-Adjunto da Casa Civil, demonstrando sua proximidade com as decisões estratégicas do Executivo estadual. Sua ascensão para a titularidade da Segov sinaliza uma continuidade em certas linhas de atuação ou uma aposta em sua experiência para a gestão da pasta.
Carreira de Castellar Modesto
Castellar Neto, por sua vez, também tem uma carreira ligada aos bastidores da política mineira. Aos 40 anos, ele já foi primeiro suplente do senador Carlos Viana (Podemos-MG) e ocupou cargos relevantes em administrações públicas municipais e estaduais.
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Sua experiência profissional também se estendeu à área esportiva, tendo atuado como diretor-executivo da Federação Mineira de Futebol (FMF). A exoneração marca o fim de sua participação direta na atual gestão governamental.
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