A ata da convenção estadual do Partido Liberal (PL) em Alagoas estabeleceu uma ressalva que pode viabilizar o retorno do deputado Alfredo Gaspar (PL) a uma potencial disputa por uma vaga no Senado.
Gaspar, que compôs a chapa como vice na candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em eleições anteriores, pode ter sua situação reavaliada caso ocorram mudanças significativas na composição da candidatura ao governo do estado de Alagoas.
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Poderes Amplos para a Executiva Estadual
O documento, aprovado de forma unânime pelos membros do partido presentes na convenção e já encaminhado à Justiça Eleitoral, confere poderes extensos à Comissão Executiva Estadual do PL.
Essa autonomia permite a alteração da composição da chapa majoritária sem a necessidade de convocar uma nova convenção partidária. Essa prerrogativa abrange decisões sobre coligações, substituições de candidaturas, preenchimento de vagas remanescentes e ajustes exigidos pela Justiça Eleitoral ou pela direção nacional do partido.
A capacidade de modificação se estende também à composição final das chapas majoritária e proporcional, garantindo flexibilidade estratégica até os prazos legais para registro de candidaturas.
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Direito de Preferência na Indicação do Vice
A ata da convenção também prevê que, na eventualidade de o PL não lançar candidatura própria ao governo de Alagoas, a Comissão Executiva poderá decidir pela adesão a uma coligação majoritária.
Nesse cenário, o partido preserva o direito de preferência na indicação do candidato a vice-governador. Essa prerrogativa, contudo, só poderá ser afastada mediante anuência expressa do presidente estadual do PL, cargo atualmente ocupado pelo próprio Alfredo Gaspar.
Convenção Homologou Candidatura ao Senado e Apoio a Arthur Lira
Durante a convenção, o PL em Alagoas homologou formalmente a candidatura de Alfredo Gaspar ao Senado.
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Adicionalmente, o partido definiu o apoio à candidatura do deputado federal Arthur Lira (PP) para a segunda vaga ao Senado, o que será formalizado através de uma coligação com a Federação União Progressista.
A decisão de conceder amplos poderes à executiva estadual demonstra uma estratégia de manter a flexibilidade diante de possíveis cenários eleitorais que possam se apresentar até o fechamento das convenções e registros de candidaturas.
Fonte: R7
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