O Ministro dos Transportes, George Santoro, prometeu um pacote de investimentos significativo para a BR-393, conhecida como Rodovia do Aço. A via, que tem sido palco de constantes reclamações devido a buracos e precária sinalização, receberá R$ 30 milhões em intervenções emergenciais na primeira fase, com previsão de conclusão em outubro deste ano.
Melhorias Imediatas e Ampliação dos Investimentos
Santoro, que inspecionou pessoalmente a rodovia há cerca de duas semanas e constatou a gravidade da situação, informou que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) já iniciou os trabalhos de recuperação. Além dos R$ 30 milhões iniciais, o ministro anunciou a contratação de mais R$ 60 milhões para aprimorar as condições da estrada, totalizando R$ 90 milhões em obras.
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Concessão à Iniciativa Privada para Solução Definitiva
Apesar dos investimentos anunciados, o ministro reconhece que o pacote de obras não resolverá todos os problemas de forma definitiva. Por isso, um projeto de concessão da Rodovia do Aço para a iniciativa privada está em andamento. O plano já foi encaminhado à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e está sendo discutido com prefeitos da região.
A expectativa é que o leilão para a escolha da empresa concessionária ocorra até dezembro deste ano. A medida visa garantir investimentos contínuos e uma gestão mais eficiente da infraestrutura rodoviária.
Contexto Regional e Impacto para Moradores
A BR-393 é um corredor logístico crucial para o escoamento da produção industrial e agrícola do Sul Fluminense. A precariedade da via afeta diretamente o tráfego de caminhões, o transporte de passageiros e a segurança de todos os usuários. O trecho mais crítico, localizado em Barra do Piraí, tem sido motivo de preocupação para os moradores e empresários locais.
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A reportagem do GLOBO, publicada em abril, já havia destacado os problemas crônicos da BR-393, evidenciando a urgência das intervenções. A promessa de investimentos e a futura concessão trazem esperança de melhorias significativas para a mobilidade e a segurança na região.
Fonte: O Globo