Messias deve seguir no governo após derrota no STF; futuro ainda será definido

Messias deve seguir no governo após derrota no STF; futuro ainda será definido

O advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, deve permanecer em cargos no governo federal, mesmo após ter sua indicação para o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitada pelo Senado. A decisão sobre qual função Messias ocupará ainda não foi formalizada. Após a derrota no Congresso Nacional, Messias chegou a considerar deixar o governo e colocou seu […]

Resumo

O advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, deve permanecer em cargos no governo federal, mesmo após ter sua indicação para o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitada pelo Senado. A decisão sobre qual função Messias ocupará ainda não foi formalizada.

Após a derrota no Congresso Nacional, Messias chegou a considerar deixar o governo e colocou seu cargo à disposição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No entanto, o presidente sinalizou que não deseja perder o aliado e que busca sua permanência no Executivo.

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Uma reunião entre Lula e Messias está agendada para a próxima segunda-feira (4), quando a situação deverá ser oficialmente definida e os próximos passos traçados.

A conversa que sinalizou a permanência de Messias ocorreu na última quarta-feira (29), no Palácio da Alvorada. O encontro contou com a presença de outros ministros importantes, como José Guimarães (Relações Institucionais) e José Múcio (Defesa), além do líder do Governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).

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Apesar da reunião, fontes governistas indicaram que, até a última sexta-feira (1º), Messias ainda não havia tomado uma decisão definitiva sobre seu futuro político.

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A indicação de Messias para a vaga deixada pela aposentadoria do ministro Roberto Barroso no STF foi uma das principais derrotas políticas do terceiro mandato de Lula. A votação registrou 42 votos contrários e 34 a favor, insuficientes para a aprovação, que exigia 41 votos positivos.

Este episódio marca a primeira vez em 132 anos que uma indicação para o STF é formalmente rejeitada pelo Senado Federal, evidenciando um cenário de tensões entre os Poderes Executivo e Legislativo.

Fonte: Poder360

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