Trump impõe novas sanções a Cuba e acusa regime de ameaça à segurança nacional

Trump impõe novas sanções a Cuba e acusa regime de ameaça à segurança nacional

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (1º) a imposição de novas sanções com o objetivo de “asfixiar” o governo de Cuba. Segundo Trump, o regime cubano “continua a representar uma ameaça extraordinária” à segurança nacional americana. As medidas, detalhadas em um decreto presidencial, visam atingir bancos estrangeiros que colaboram com o […]

Resumo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (1º) a imposição de novas sanções com o objetivo de “asfixiar” o governo de Cuba. Segundo Trump, o regime cubano “continua a representar uma ameaça extraordinária” à segurança nacional americana.

As medidas, detalhadas em um decreto presidencial, visam atingir bancos estrangeiros que colaboram com o governo cubano, além de endurecer restrições migratórias. Pessoas e entidades envolvidas nos setores de energia, mineração e outros da ilha, assim como indivíduos declarados culpados de graves violações de direitos humanos, também serão alvos das punições.

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O governo americano acusa o regime cubano de implementar políticas e práticas destinadas a prejudicar os Estados Unidos, contrariando os valores morais e políticos de sociedades livres e democráticas.

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Cuba reage e classifica sanções como “ilegais e abusivas”

O chanceler cubano, Bruno Rodríguez Parrilla, reagiu veementemente às novas sanções, classificando-as como “repreensíveis, mas curiosas e ridículas”. Em publicação nas redes sociais, ele declarou que o governo dos EUA “se alarma e responde com novas medidas coercitivas unilaterais, ilegais e abusivas contra Cuba”.

O anúncio das sanções coincidiu com as celebrações do Dia Internacional do Trabalhador em Cuba. O país realizou um desfile em frente à Embaixada dos EUA em Havana, com a presença do líder revolucionário Raúl Castro e do presidente Miguel Díaz-Canel. Milhares de cubanos também participaram de manifestações em diversas cidades.

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Na véspera, Díaz-Canel havia convocado a população a se mobilizar “contra o bloqueio genocida e as flagrantes ameaças imperialistas” dos Estados Unidos.

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Impacto econômico e histórico do embargo

As novas sanções somam-se ao embargo econômico imposto pelos EUA a Cuba desde 1962. A ilha já enfrenta fragilidades estruturais em sua economia e uma reforma monetária fracassada.

Desde o fim de janeiro, Washington impôs um bloqueio petrolífero a Cuba, paralisando grande parte de suas atividades. A escassez de combustível resultou em apagões nacionais e na suspensão de voos de companhias aéreas estrangeiras. O turismo, importante fonte de divisas, despencou pela metade no último ano.

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Setores como o de produção de níquel e cobalto foram completamente paralisados, e a indústria do tabaco, outra importante exportação, também sofre com a falta de insumos.

Diálogo diplomático persiste apesar das tensões

Apesar do endurecimento das medidas americanas e da retórica acirrada, conversações diplomáticas entre os dois países continuam. Em abril, reuniões de alto nível foram realizadas em Havana, com a participação de Raúl Guillermo Rodríguez Castro, neto de Raúl Castro.

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