O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu veementemente a um vídeo divulgado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) que busca associá-lo ao Caso Master, escândalo envolvendo a instituição financeira Banco Master e seu fundador, Daniel Vorcaro. Em nota oficial, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro classificou as alegações petistas como “mentirosas e absurdas”, atribuindo a ação ao “desespero” do governo atual diante de uma crise.
A divulgação do vídeo ocorreu após sua exibição no 8º Congresso Nacional do PT. A peça publicitária, segundo informações, foi desenvolvida pelo publicitário Raul Rabelo, que também liderará o marketing da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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Vídeo do PT associa Flávio Bolsonaro ao Caso Master
O material do PT alega que Daniel Vorcaro obteve autorização para operar o Banco Master durante o governo Bolsonaro, na época em que Roberto Campos Neto presidia o Banco Central. O vídeo também menciona que Fabiano Zettel, sócio e cunhado de Vorcaro, realizou doações para as campanhas de Jair Bolsonaro e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
A peça publicitária encerra com o slogan “Banco Master é Bolso Master”, numa clara tentativa de vincular o caso de corrupção ao senador e à família Bolsonaro.
Flávio Bolsonaro rebate e ataca governo Lula
Em sua resposta, Flávio Bolsonaro negou qualquer envolvimento com o Banco Master e com o esquema de corrupção, que, segundo ele, ocorreu em 2024, “já no governo Lula”. O senador acusou o PT de “recorrer à criação de mentiras frágeis” para atingir adversários e desviar a atenção de seus próprios problemas.
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A nota de Flávio Bolsonaro também direciona críticas ao presidente Lula, questionando o recebimento de vultuosas quantias por ex-ministros do governo petista ligadas ao Banco Master. “Lula deveria estar preocupado em explicar porque seu ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, recebeu R$ 6,5 milhões do Master. Ou porque Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda, recebeu R$ 1 milhão para levar o dono do Master a uma reunião com ele próprio, Lula”, declarou.
O senador concluiu afirmando que a tentativa de inverter responsabilidades “não resiste a uma análise séria e não enganará a sociedade brasileira”, reforçando a posição de que o PT tenta se esquivar de suas próprias responsabilidades e escândalos históricos.
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