Uma trilheira de 52 anos precisou ser resgatada de helicóptero no sábado (18) após sofrer uma possível fratura no pé direito durante uma caminhada no Pico do Itacolomi. O incidente ocorreu na tarde, por volta das 14h10, em um trecho de relevo acidentado enquanto a mulher descia a montanha.
Resgate aéreo em área de difícil acesso
A vítima, que estava acompanhada de um grupo e de um guia turístico, recebeu os primeiros socorros de militares do Corpo de Bombeiros do Pelotão de Ouro Preto. Devido à dificuldade de acesso ao local onde a mulher se feriu, os bombeiros solicitaram o apoio do helicóptero Arcanjo 13, do Batalhão de Operações Aéreas (BOA). A aeronave é frequentemente utilizada em resgates em áreas remotas e de difícil locomoção em Minas Gerais.
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Após ser estabilizada e imobilizada pelos bombeiros, a mulher foi embarcada na aeronave e transportada até a base do BOA, localizada na Pampulha, em Belo Horizonte. De lá, uma Unidade de Resgate a encaminhou para receber atendimento médico em um hospital da capital mineira.
Pico do Itacolomi: um dos cartões postais de Minas
O Pico do Itacolomi, com seus 1.772 metros de altitude, é um dos destinos mais procurados por praticantes de trilhas e montanhismo em Minas Gerais. Integrante do Parque Estadual do Itacolomi, a montanha oferece paisagens deslumbrantes e desafios para aventureiros de diversas partes do estado e do país.
Recomendações para trilhas seguras
Em virtude do ocorrido, o Corpo de Bombeiros reforçou a importância de cuidados essenciais antes e durante a realização de trilhas, especialmente em locais de acesso mais complexo como o Itacolomi. Entre as recomendações estão:
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- Utilização de equipamentos adequados para a prática de montanhismo e trilhas.
- Avaliação da condição física para o percurso escolhido.
- Verificação das condições climáticas antes de iniciar a atividade, pois o tempo em montanhas pode mudar rapidamente.
Seguir estas orientações contribui significativamente para a segurança e o bem-estar dos aventureiros em suas explorações pelas belezas naturais de Minas Gerais.
Fonte: R7