Márcio França diz que São Paulo virou "vagão" e perdeu força política no Congresso

Márcio França diz que São Paulo virou “vagão” e perdeu força política no Congresso

O ex-ministro do Empreendedorismo e pré-candidato ao Senado por São Paulo, Márcio França (PSB-SP), criticou neste sábado (20.jun.2026) a perda de protagonismo de representantes do Estado no cenário político nacional. Em discurso em um evento do PSB chamado “Giro 40”, em São Paulo, França disse que o Congresso hoje é presidido por um deputado da […]

Resumo

O ex-ministro do Empreendedorismo e pré-candidato ao Senado por São Paulo, Márcio França (PSB-SP), criticou neste sábado (20.jun.2026) a perda de protagonismo de representantes do Estado no cenário político nacional.

Em discurso em um evento do PSB chamado “Giro 40”, em São Paulo, França disse que o Congresso hoje é presidido por um deputado da Paraíba e um senador do Amapá, em referências aos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

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“O presidente do Senado é do Amapá. O Amapá deve caber dentro de 1 ou 2 prédios aqui no centro de São Paulo. A Presidência da Câmara hoje é uma pessoa da Paraíba. Veja, nada contra, mas São Paulo não vai dar palpite não?”, questionou.

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Nordeste como novo eixo de poder

França afirmou que o eixo de forças políticas agora se encontra no Nordeste e que São Paulo perdeu o protagonismo dentro do Legislativo.

“Nós já tivemos nosso período de grande força. São Paulo é conhecido como a locomotiva do Brasil, mas agora viramos vagão. Quem tem força política no Congresso? Nordeste. Todo mundo fala Nordeste”, declarou o ex-ministro.

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Repercussão e cenário eleitoral

Nas redes sociais, a declaração foi criticada por internautas, que classificaram a fala como xenofóbica. Márcio França é cotado para compor uma chapa como vice de Fernando Haddad (PT-SP) para o governo de São Paulo.

Até o momento, o ex-ministro segue com a intenção de garantir uma cadeira no Senado Federal, buscando reforçar a representatividade paulista na Casa.

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Sem resposta dos parlamentares citados

O Poder360 procurou a assessoria de Arthur Lira e de Davi Alcolumbre para questionar se gostariam de se manifestar sobre as declarações. Não houve resposta até a publicação desta reportagem.

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Fonte: Poder360

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