Uma mulher, de 30 anos, foi presa nesta quinta-feira (7) em Santa Luzia, cidade da Região Metropolitana de Belo Horizonte, suspeita de envenenar a própria filha de apenas 2 anos. O crime teria ocorrido em janeiro de 2024.
A prisão foi realizada pela Polícia Militar (PMMG) após investigações que indicaram o paradeiro da suspeita na cidade. Ela estava foragida desde que a Polícia Civil (PCMG) concluiu, com base em exames de corpo de delito e exumação, que a menina foi vítima de envenenamento.
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Investigação apontou envenenamento
A versão inicial apresentada pela mãe à polícia dava conta de que a criança teria acordado com o irmão durante a madrugada. A suspeita relatou ter colocado os filhos para dormir novamente.
No dia seguinte, a menina foi encontrada sem vida, com sinais de secreções e rigidez nos membros. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas a criança já não apresentava sinais vitais.
A médica que atendeu a ocorrência orientou a mãe a contatar a polícia, pois a morte não parecia natural, o que deu início à investigação.
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Histórico de desconfiança e agressões
Durante o atendimento inicial, um tio da criança expressou desconfiança em relação à mãe. Ele afirmou que a menina era saudável e ativa, e que a suspeita costumava agredir os filhos.
A cuidadora da criança corroborou o relato do familiar. As informações foram registradas em boletim de ocorrência e encaminhadas à Polícia Civil.
Suspeita nega autoria e aponta cúmplices
Com a confirmação do envenenamento após a exumação do corpo, a Justiça expediu o mandado de prisão contra a mãe, que fugiu.
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Em depoimento à Polícia Militar no momento da prisão, a mulher negou participação no crime. Ela alegou ter conhecimento da investigação, mas atribuiu a responsabilidade pela morte da filha à cuidadora e ao ex-companheiro.
A suspeita foi encaminhada à delegacia e permanece à disposição da Justiça para prestar mais esclarecimentos sobre o caso que chocou os moradores de Santa Luzia.
Fonte: Estado de Minas
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