Corredores relatam terror com foguetes disparados contra grupo na orla da Pampulha, em BH

Corredores relatam terror com foguetes disparados contra grupo na orla da Pampulha, em BH

Um grupo de corredores viveu momentos de pânico na manhã de 26 de abril, na orla da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte. Cerca de 25 atletas realizavam um treino próximo ao Mirante do Sabiá quando foram surpreendidos por disparos de foguetes vindos de um carro em movimento. O incidente ocorreu por volta das 8h, […]

Resumo

Um grupo de corredores viveu momentos de pânico na manhã de 26 de abril, na orla da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte. Cerca de 25 atletas realizavam um treino próximo ao Mirante do Sabiá quando foram surpreendidos por disparos de foguetes vindos de um carro em movimento.

O incidente ocorreu por volta das 8h, quando um veículo parou do outro lado da via. O motorista, sem qualquer provocação, efetuou o disparo de dois artefatos pirotécnicos na direção dos esportistas. Um dos foguetes explodiu próximo ao grupo, lançando fragmentos que atingiram um dos corredores de raspão, embora ninguém tenha se ferido gravemente.

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Ataque inesperado causa insegurança

O professor de Educação Física Flávio Lopes, 54 anos, responsável pelo grupo, registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil (PCMG). Ele descreveu o susto e a sensação de impotência vivida pelos atletas.

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“A gente estava acabando de fazer o aquecimento para começar a correr, quando de repente parou um carro próximo a nós. E o cara, de dentro do carro mesmo, lançou dois fogos de artifício contra a gente, na nossa direção mesmo”, relatou Lopes.

O educador destacou a sorte de ninguém ter se machucado seriamente, considerando o número de pessoas presentes. “Deu uma sorte danada, porque tinha umas 30, 35 pessoas ali e ninguém se machucou.” Após os disparos, o suspeito fugiu rapidamente, impedindo a anotação da placa do veículo.

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Possibilidade de tragédia e repercussão

Flávio Lopes ressaltou o potencial perigo do ataque, afirmando que a situação poderia ter resultado em uma tragédia. “Poderia ter matado alguém”, disse o professor, visivelmente abalado com o ocorrido.

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O episódio gerou um clima de insegurança entre os membros da assessoria esportiva. A preocupação aumenta com a possibilidade de novos ataques e a sensação de que locais antes considerados seguros para a prática esportiva em BH podem se tornar perigosos.

“Isso gera uma insegurança muito grande. O pessoal da minha turma fica inseguro de voltar para a Pampulha e isso acontecer de novo. Da mesma forma que esse cara soltou um foguete, pode ter uma arma de fogo mesmo. Por que fazer isso com pessoas do bem, que não estão fazendo bagunça nem nada?”, questionou Lopes.

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Investigação em andamento

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) confirmou o registro da ocorrência e informou que está investigando o caso. A corporação busca identificar o autor dos disparos e as circunstâncias que levaram ao ataque contra os corredores na região da Pampulha.

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A reportagem contatou a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) para obter informações sobre outras possíveis ocorrências semelhantes na área e as medidas de policiamento. Os posicionamentos serão adicionados assim que forem enviados.

Fonte: O Tempo

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