Uma mulher de 41 anos foi detida em Betim, cidade da Região Metropolitana de Belo Horizonte, neste sábado (13/12), sob suspeita de ter assassinado a própria filha de apenas 5 anos. O crime chocou os moradores da Colônia Santa Isabel, bairro onde o corpo da menina foi encontrado.
Violência chocante na Grande BH
A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) foi acionada para atender a uma ocorrência de homicídio na Rua Recanto do Sossego. Ao chegarem ao local, os policiais se depararam com a menina caída no chão, sob uma caixa de metal, com o rosto e a cabeça apresentando grande quantidade de sangue.
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Pedaços de pau e pedras, sujos de sangue, foram encontrados próximos ao corpo da criança, indicando que ela foi brutalmente agredida. Os sinais vitais da vítima estavam fracos e ela foi levada às pressas para um hospital. Apesar dos esforços médicos para reanimá-la, o óbito foi constatado.
Desaparecimento e descoberta macabra
A menina havia sido vista pela última vez na sexta-feira (12/12), por volta das 13h30. O boletim de desaparecimento foi registrado pelo pai da vítima na manhã de sábado, antes mesmo da descoberta do corpo.
Parentes reconheceram a criança no hospital e relataram o desaparecimento. A família iniciou buscas pela menina após receberem informações de que a mãe havia sido vista próxima ao local onde o corpo foi encontrado.
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Histórico de saúde mental e confissão perturbadora
Segundo o pai, a esposa e suposta autora do crime estaria em surto psicótico desde sexta-feira. Ele informou à polícia que ela faz tratamento psicológico no Cersam de Citrolândia para síndrome do pânico e depressão.
Uma testemunha relatou que a mulher levou a filha para uma consulta de urgência na sexta-feira. Após o atendimento médico, a mãe e a criança teriam ido para a casa da sogra e, posteriormente, desapareceram.
O tio da menina localizou a mãe em um lote em construção e, em estado de surto, ela foi contida pela família. Durante o resgate, a mulher foi levada por testemunhas a uma delegacia. Os policiais militares a encaminharam para a UPA Norte.
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Na unidade de saúde, a mulher teria dito que estava com um “espírito ruim” e que precisava “sacrificar a filha para poder se livrar deste espírito”. Devido ao seu estado mental alterado, ela foi internada.
A Polícia Civil investigará o caso para apurar todas as circunstâncias que levaram à morte da criança e a prisão da mãe.
Fonte: Estado de Minas
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