Tereza Cristina e Flávio Bolsonaro discutem vice em 2026; acordo depende de articulação partidária

Tereza Cristina e Flávio Bolsonaro discutem vice em 2026; acordo depende de articulação partidária

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) e o pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), se reuniram na última quarta-feira (29) para discutir a possibilidade de a parlamentar compor a chapa como vice em 2026. O encontro, o primeiro entre os dois sobre o tema, foi confirmado pela própria senadora em uma rede social nesta […]

Resumo

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) e o pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), se reuniram na última quarta-feira (29) para discutir a possibilidade de a parlamentar compor a chapa como vice em 2026. O encontro, o primeiro entre os dois sobre o tema, foi confirmado pela própria senadora em uma rede social nesta quinta-feira (30).

Apesar da conversa inicial, Tereza Cristina frisou que nenhum acordo foi selado. Ela destacou que a formação de qualquer chapa presidencial é um processo complexo, que envolve não apenas avaliações políticas e pessoais, mas também consultas e negociações com as lideranças partidárias.

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Flávio Bolsonaro já manifestou publicamente o desejo de ter a senadora como sua vice. Essa intenção estaria alinhada com as sinalizações do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que tem defendido o nome de Tereza Cristina para a composição da chapa.

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Entretanto, a articulação para que Tereza Cristina aceite o posto de vice enfrenta obstáculos significativos. Há cerca de duas semanas, a senadora já havia declinado de um convite semelhante feito por Valdemar Costa Neto, argumentando seu interesse em disputar a presidência do Senado no próximo ano. Como senadora em meio ao seu mandato, ela poderia retornar ao cargo mesmo que uma eventual candidatura presidencial não seja vitoriosa.

A viabilidade da candidatura de Tereza Cristina como vice de Flávio Bolsonaro também esbarra em decisões estratégicas da Federação PP-Uniônia Brasil. Para que a chapa se concretize, seria necessária uma coligação entre o PL e as legendas que compõem a federação. Contudo, o presidente do PP, Ciro Nogueira, já anunciou que as siglas deverão manter neutralidade na disputa presidencial, o que significa não apoiar explicitamente nem o candidato do PL nem o de outros grupos políticos.

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A decisão final sobre a composição da chapa presidencial ainda dependerá de intensas negociações nos bastidores políticos, envolvendo lideranças como Ciro Nogueira e Antônio Rueda, presidentes da Federação PP-Uniônia Brasil, e Valdemar Costa Neto, do PL.

Fonte: R7

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