Mãe é presa após arrastar e arrancar cabelos da filha de 5 anos em rua de São Joaquim de Bicas, na Grande BH

Mãe é presa após arrastar e arrancar cabelos da filha de 5 anos em rua de São Joaquim de Bicas, na Grande BH

Uma menina de apenas 5 anos foi socorrida pela Polícia Militar em São Joaquim de Bicas, cidade da Região Metropolitana de Belo Horizonte, após ser vista sendo violentamente arrastada pelos cabelos em via pública. O episódio de agressão ocorreu no último domingo (17/5), no bairro Tereza Cristina. Testemunhas alertam a polícia A ação que levou […]

Resumo

Uma menina de apenas 5 anos foi socorrida pela Polícia Militar em São Joaquim de Bicas, cidade da Região Metropolitana de Belo Horizonte, após ser vista sendo violentamente arrastada pelos cabelos em via pública. O episódio de agressão ocorreu no último domingo (17/5), no bairro Tereza Cristina.

Testemunhas alertam a polícia

A ação que levou ao resgate da criança começou quando populares presenciaram uma mulher e um homem puxando a menina pelos cabelos na rua. Preocupados com o bem-estar da criança, os testemunhas a levaram até a sede da Polícia Militar.

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Em depoimento aos policiais, a mulher, de 32 anos, identificou-se como mãe da menina e confessou ter puxado a filha pelos cabelos. Ela alegou estar “muito nervosa” no momento da agressão. A suspeita informou aos militares que faz tratamento psiquiátrico em Venda Nova, Belo Horizonte, mas que estaria sem a medicação há algum tempo.

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Histórico familiar e alegações

A mulher relatou que a filha morava anteriormente com a avó em Belo Horizonte, mas afirmou que a criança não recebia os devidos cuidados. Segundo ela, a menina passou a morar com ela e o companheiro em São Joaquim de Bicas em março deste ano. A suspeita também informou estar grávida de oito meses.

O companheiro da mulher, de 40 anos, que é padrasto da vítima, disse aos policiais que está em um relacionamento com a mãe da criança há cerca de um ano. Ele declarou que estava trabalhando quando foi informado sobre a situação de sua companheira e enteada na delegacia.

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O padrasto atribuiu a suposta “desobediência” da menina à criação que ela teria recebido da avó. Ele também foi questionado sobre uma denúncia anônima prévia que a polícia já havia recebido.

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Denúncia anterior e sinais de maus-tratos

Durante o atendimento da ocorrência, outra equipe da PM informou ter recebido uma denúncia anônima anterior sobre maus-tratos envolvendo a mesma criança. Na ocasião, a menina teria sido ouvida chorando e gritando enquanto estaria trancada sozinha em um estabelecimento comercial. O padrasto confirmou que o local citado na denúncia é seu local de trabalho e residência.

A criança apresentava visíveis sinais de agressão, conforme constatado pela Polícia Militar. Foram identificados ferimentos nos pés, joelhos e rosto da menina, além de escoriações na cabeça. Parte do cabelo da criança aparentava ter sido arrancada.

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Conselho Tutelar assume guarda e casal é encaminhado à delegacia

Diante da gravidade da situação, o Conselho Tutelar foi acionado e compareceu ao local. Os conselheiros acompanharam o caso e assumiram a guarda provisória da menina. O casal foi detido e encaminhado à delegacia da Polícia Civil, onde responderão por suspeita de maus-tratos.

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Fonte: O Tempo

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