PF deflagra megaoperação em Minas Gerais contra tráfico, lavagem de dinheiro e crimes internacionais

PF deflagra megaoperação em Minas Gerais contra tráfico, lavagem de dinheiro e crimes internacionais

A Polícia Federal (PF) deu início na manhã desta terça-feira (12) a uma ampla operação em Minas Gerais, com o objetivo de desarticular organizações criminosas envolvidas com tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e crimes internacionais. Ao todo, 132 mandados judiciais e medidas cautelares foram expedidos no estado, incluindo apreensões de veículos e bloqueios de […]

Resumo

A Polícia Federal (PF) deu início na manhã desta terça-feira (12) a uma ampla operação em Minas Gerais, com o objetivo de desarticular organizações criminosas envolvidas com tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e crimes internacionais. Ao todo, 132 mandados judiciais e medidas cautelares foram expedidos no estado, incluindo apreensões de veículos e bloqueios de bens que somam cerca de R$ 98 milhões.

Ações em diversas regiões mineiras

As cidades mineiras de Uberlândia, Poços de Caldas, Belo Horizonte, Contagem e São João del-Rei foram os principais focos da operação no estado. As ações se concentraram em regiões estratégicas como o Triângulo Mineiro, a Região Metropolitana de Belo Horizonte, o Sul de Minas e o Vale do Rio Doce, demonstrando a abrangência do combate ao crime organizado em Minas Gerais.

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Operação nacional com forte impacto em MG

A operação, denominada “Força Integrada II”, mobiliza forças de segurança em 236 mandados judiciais distribuídos por 16 estados brasileiros. São 165 mandados de busca e apreensão e 71 de prisão em todo o país. Em Minas Gerais, as ações são coordenadas pelas Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs), que reúnem diversas forças de segurança pública.

Esquemas complexos de lavagem de dinheiro e logística internacional

As investigações revelaram que os grupos criminosos utilizavam métodos sofisticados para ocultar seus bens e movimentar recursos ilícitos. Logística aérea, empresas de fachada e o uso de terceiros eram algumas das táticas empregadas para dissimular a origem e o destino do dinheiro.

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Diferentes operações sob o mesmo guarda-chuva

Em Belo Horizonte, a operação “Terminus II” focou no cumprimento de mandados contra investigados e condenados por tráfico, organização criminosa e crimes violentos. A Justiça determinou o sequestro de bens que podem chegar a R$ 6,8 milhões por investigado. Outra frente em Minas foi a operação “Trapiche”, coordenada pela FICCO da Paraíba, que apura o envolvimento de uma organização com tráfico de drogas e comércio ilegal de armas, com 20 mandados de prisão e 40 de busca e apreensão em PB e MG. Já a “Rota Paralela”, em Governador Valadares, investiga crimes de migração ilegal, com quatro mandados de busca e apreensão em Contagem e Água Boa. No Triângulo Mineiro, as operações “Paper Stone” e “Rota Andina” investigam tráfico interestadual e internacional de drogas e lavagem de dinheiro, com 41 mandados de busca e apreensão, 22 de prisão e 26 de apreensão de veículos em Uberlândia, Ituiutaba e São João del-Rei, além de ações em outros estados. No Sul de Minas, a operação “Guardiões do Fogo” apura a obtenção ilegal de certificados para Colecionadores, Atiradores Desportivos e Caçadores (CACs) em Poços de Caldas, com três mandados de busca e apreensão.

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Fonte: G1

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