A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) confirmou, nesta quinta-feira (19), o primeiro caso de mpox no município de Manhuaçu neste ano. Este é o único registro da doença na cidade em 2026.
Panorama estadual da doença
Com a confirmação em Manhuaçu, Minas Gerais eleva para 17 o número total de casos de mpox registrados em 2026. O balanço mais recente da SES-MG indica que todos os pacientes apresentaram evolução clínica satisfatória e foram curados.
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A maior parte das ocorrências, 11 no total, foi registrada na capital, Belo Horizonte. Outras cidades mineiras com casos confirmados incluem Contagem (3), Formiga (1) e Ribeirão das Neves (1).
Perfil dos infectados em Minas Gerais
Segundo a SES-MG, todos os 17 casos confirmados em Minas Gerais foram em homens, com idades variando entre 25 e 56 anos. A doença, antes conhecida como varíola dos macacos, é uma zoonose viral que pode apresentar sintomas como lesões na pele, febre, dor de cabeça, dores musculares, calafrios e inchaço dos gânglios linfáticos.
Transmissão e Prevenção
A transmissão da mpox ocorre predominantemente pelo contato direto com as lesões na pele, fluidos corporais ou objetos contaminados. As autoridades de saúde reforçam a importância de evitar o contato próximo com pessoas que apresentem sintomas suspeitos ou com diagnóstico confirmado da doença.
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Medidas de prevenção incluem não compartilhar itens de uso pessoal, como toalhas, roupas e utensílios de cozinha. A higiene frequente das mãos, com água e sabão ou álcool em gel, também é fundamental para reduzir o risco de contágio.
O que fazer em caso de sintomas
Em caso de surgimento de sintomas sugestivos de mpox, a orientação é procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para avaliação clínica. É importante informar aos profissionais de saúde sobre qualquer contato recente com casos suspeitos ou confirmados da doença.
Pessoas diagnosticadas ou com suspeita de mpox devem manter isolamento durante o período de transmissibilidade para evitar a disseminação do vírus.
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Tratamento e Vacinação
O tratamento para a mpox é focado no suporte clínico para alívio dos sintomas e prevenção de complicações. A maioria dos casos apresenta quadros leves a moderados, com boa recuperação.
Atualmente, não há um antiviral específico para a doença. A vacinação contra a mpox está direcionada a grupos considerados de maior risco de desenvolvimento de quadros graves, como pessoas com imunossupressão (incluindo aquelas vivendo com HIV/aids), profissionais de laboratório e indivíduos que tiveram contato direto com casos suspeitos.
Fonte: G1
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