Maduro apela por paz e união nacional após audiência judicial nos EUA

Maduro apela por paz e união nacional após audiência judicial nos EUA

Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, emitiram um comunicado neste sábado (28) clamando por paz e união nacional. A declaração marca a primeira aparição pública do casal desde a prisão de Maduro em janeiro, após uma audiência judicial na Corte de Nova York. “Hoje mais do que nunca chamamos a seguir consolidando a paz […]

Resumo

Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, emitiram um comunicado neste sábado (28) clamando por paz e união nacional. A declaração marca a primeira aparição pública do casal desde a prisão de Maduro em janeiro, após uma audiência judicial na Corte de Nova York.

“Hoje mais do que nunca chamamos a seguir consolidando a paz do país, a união nacional, a reconciliação, o perdão e o reencontro entre todos e todas. Que ninguém se aparte do caminho do diálogo, da convivência e do respeito”, afirmaram em mensagem divulgada nas redes sociais do presidente venezuelano.

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Maduro está detido em uma prisão de segurança máxima no Brooklyn, em isolamento e com acesso restrito à comunicação, desde sua captura pelas autoridades dos Estados Unidos.

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Em sua mensagem, ele também expressou gratidão pelo apoio recebido: “Cada palavra de amor, cada gesto de carinho, cada expressão de apoio nos enche a alma e nos fortalece espiritualmente.”

Audiência em Nova York

Na última quinta-feira, Maduro e Cilia Flores participaram de uma audiência administrativa no tribunal federal de Nova York. A sessão foi conduzida pelo juiz aposentado Alvin Hellerstein, que ouviu questionamentos do procurador federal adjunto Kyle Wirshba e do advogado de defesa de Maduro, Barry J. Pollack.

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A defesa argumentou que o exercício pleno do direito de defesa de Maduro está condicionado à autorização dos Estados Unidos para o uso de recursos apreendidos no pagamento de honorários advocatícios.

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Segundo Barry J. Pollack, a restrição ao acesso a esses fundos configuraria uma violação constitucional. O governo de Donald Trump congelou bens de Maduro e de seus familiares sob a alegação de origem ilícita.

O procurador, por sua vez, defendeu que os valores foram bloqueados por motivos de segurança nacional. O juiz não proferiu decisão imediata, mas sinalizou a possibilidade de pressionar o governo a reavaliar o bloqueio dos recursos, embora tenha negado o pedido da defesa para arquivar o processo.

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Fonte: g1.globo.com

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