Di Ferrero mira BH com bloco de Carnaval e promete show da turnê "SE7E" na capital mineira

Di Ferrero mira BH com bloco de Carnaval e promete show da turnê “SE7E” na capital mineira

O cantor Di Ferrero, ícone do rock brasileiro e ex-vocalista do NX Zero, está focado em expandir seu alcance musical e levar sua energia para Belo Horizonte. Aos 40 anos, o artista celebrou o lançamento de seu mais recente álbum, “SE7E”, um trabalho que revisita canções de EPs anteriores e consolida sua maturidade artística. Amadurecimento […]

Resumo

O cantor Di Ferrero, ícone do rock brasileiro e ex-vocalista do NX Zero, está focado em expandir seu alcance musical e levar sua energia para Belo Horizonte. Aos 40 anos, o artista celebrou o lançamento de seu mais recente álbum, “SE7E”, um trabalho que revisita canções de EPs anteriores e consolida sua maturidade artística.

Amadurecimento musical e expressão sincera

Em entrevista exclusiva, Di Ferrero compartilhou os bastidores da criação de “SE7E”, descrevendo o processo como uma continuação natural de sua jornada. O álbum foi concebido para amarrar EPs anteriores, criando uma sequência coesa e com sonoridade integrada. O artista destacou a sinceridade e a autenticidade das letras, que exploram a vulnerabilidade de forma mais objetiva, reflexo de seus 40 anos e da experiência de vida.

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“Acho que hoje, com 40 anos, eu consigo ser um pouco mais objetivo na hora de expressar esses sentimentos”, afirmou Di. Ele vê a música como sua principal válvula de escape e terapia, um espaço sem julgamentos para extravasar emoções.

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Diálogo com a Geração Z e a importância da vulnerabilidade

Di Ferrero aborda a dificuldade que a geração Z pode ter em expressar vulnerabilidade, especialmente em um contexto de ascensão de movimentos que estigmatizam a exposição emocional masculina. Ele compara com sua própria juventude, onde a expressão individual podia gerar repúdio social. O cantor acredita que suas músicas podem servir de inspiração para que jovens se sintam mais à vontade para falar sobre seus sentimentos.

“Acho que a gente não pode não conversar sobre isso (sentimentos e vulnerabilidades)”, ressalta Di, torcendo para que sua obra inspire a juventude a se expressar sem medo em um mundo de tantos estímulos.

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Conexão profunda com Minas Gerais e planos para BH

A relação de Di Ferrero com Minas Gerais é antiga e profunda. Ele relembrou os primeiros shows em Belo Horizonte, em locais como a Casa Matriz e o então Teatro Dom Silvério, e a recepção calorosa do público mineiro, que sempre o presenteia com doces e abraços. A hospitalidade mineira, que ele compara à experiência com camarins do Jota Quest, é um marco em sua carreira.

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“É uma galera que te abraça por natureza, que quer ouvir, quer conhecer música nova”, descreveu o cantor sobre os fãs mineiros.

O desejo de levar o bloco “Se Fui Triste Não Me Lembro” para BH

Um dos grandes desejos de Di Ferrero é trazer seu bloco de Carnaval, “Se Fui Triste Não Me Lembro”, para Belo Horizonte. Atualmente desfilando em São Paulo, o bloco tem uma proposta de rock com quase cinco horas de duração, mas que passeia por diversos gêneros musicais. O artista sonha em realizar o evento na capital mineira, convidando artistas locais para participar.

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“Vou fazer de tudo para levar o bloco aí”, garantiu Di, vislumbrando a possibilidade de incluir clássicos mineiros em seu repertório carnavalesco. Além disso, confirmou que já existe uma data reservada para um show da turnê “SE7E” em BH, prometendo uma experiência musical intensa para a cidade.

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Futuro musical e possíveis reencontros

Enquanto a turnê “SE7E” chega ao fim, Di Ferrero já planeja novos projetos, incluindo colaborações com artistas que admira e uma turnê acústica em teatros. Ele também não descarta a possibilidade de um reencontro com o NX Zero.

“Acho que sim, quando fizer sentido para todo mundo”, declarou sobre um possível retorno da banda, deixando em aberto um futuro que promete novidades para os fãs. A expectativa é que a capital mineira receba não apenas a turnê do álbum, mas também futuras iniciativas do artista.

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Fonte: O Tempo

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