Caiado propõe anistia a Bolsonaro e envolvidos nos atos de 8 de Janeiro como primeiro ato presidencial

Caiado propõe anistia a Bolsonaro e envolvidos nos atos de 8 de Janeiro como primeiro ato presidencial

O governador de Goiás e pré-candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, anunciou que seu primeiro ato, caso eleito, será uma anistia “ampla, geral e irrestrita” para os envolvidos nos atos de 8 de Janeiro e para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A declaração foi feita em um momento em que Caiado busca se posicionar […]

Resumo

O governador de Goiás e pré-candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, anunciou que seu primeiro ato, caso eleito, será uma anistia “ampla, geral e irrestrita” para os envolvidos nos atos de 8 de Janeiro e para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A declaração foi feita em um momento em que Caiado busca se posicionar como uma alternativa para superar a polarização política no país.

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“A polarização pode ser desativada por quem não faz parte dela, e é o que pretendo fazer. Meu 1º ato será uma anistia ampla, geral e irrestrita, replicando aquilo que Juscelino Kubitschek soube fazer com maestria, para pacificar o Brasil”, afirmou o governador.

Objetivo é pacificar e encerrar polarização

Segundo Caiado, a iniciativa visa “pacificar o Brasil” e fechar um ciclo de divisão política que, em sua visão, o país não suporta mais.

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Ele argumentou que a polarização não é uma característica inerente à política nacional, mas sim um projeto “sustentado por quem se beneficia dela”.

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Caiado enfatizou que, por não pertencer a nenhum dos polos atuais, estaria em posição privilegiada para liderar um processo de pacificação.

Destacou sua trajetória política como marcada pela coerência e por uma “via independente”, distinta da chamada “terceira via”.

Propostas e alianças partidárias

Durante seu discurso, o pré-candidato também ressaltou sua experiência administrativa e planos de replicar políticas de sucesso em Goiás, como investimentos em terras-raras, tecnologia, segurança pública e gestão por resultados, em nível nacional.

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A escolha de Caiado como pré-candidato pelo PSD ocorreu após uma disputa interna com outros governadores, como Ratinho Junior (PR) e Eduardo Leite (RS).

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O partido se apresenta com um nome “preparado para enfrentar os desafios do país”, segundo Caiado.

Críticas à escolha de Caiado

A nomeação de Ronaldo Caiado gerou críticas por parte do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD).

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Leite expressou preocupação de que a decisão possa “manter um ambiente de polarização radicalizada” no país.

“O Brasil está cansado de uma disputa que aprisiona o debate entre extremos. Ao contrário, a decisão tomada pelo partido tende a manter esse ambiente de polarização radicalizada que tanto limita o nosso país”, declarou Leite em vídeo divulgado nas redes sociais.

Apesar de não ter sido o escolhido, Leite afirmou que respeitará a decisão do partido, mas reiterou suas convicções em defesa de uma alternativa de centro no cenário político nacional.

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