Senador teria alertado André Valadão para não retornar ao Brasil em janeiro de 2026

Senador teria alertado André Valadão para não retornar ao Brasil em janeiro de 2026

O pastor André Valadão, líder da Igreja Batista da Lagoinha, teria recebido uma orientação de um senador para não retornar ao Brasil em janeiro de 2026. A informação, revelada pelo portal Metrópoles, baseia-se em mensagens de WhatsApp trocadas pelo religioso. Nas conversas, datadas de 22 de janeiro de 2026, Valadão teria informado a um interlocutor […]

Resumo

O pastor André Valadão, líder da Igreja Batista da Lagoinha, teria recebido uma orientação de um senador para não retornar ao Brasil em janeiro de 2026. A informação, revelada pelo portal Metrópoles, baseia-se em mensagens de WhatsApp trocadas pelo religioso.

Nas conversas, datadas de 22 de janeiro de 2026, Valadão teria informado a um interlocutor que um senador estava atuando nos bastidores para protegê-lo. Ele confirmou a orientação de permanecer fora do país: “Senador mandou esperar. Pra eu não ir mesmo pro Brasil”.

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A suposta manobra ocorreu em um momento em que o pastor se tornou um dos alvos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPMI) do INSS. A investigação apura possíveis conexões da Igreja da Lagoinha com o empresário Fabiano Zettel.

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Zettel, que foi pastor em uma filial da igreja em Belo Horizonte, está sob escrutínio após um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificar repasses atípicos de R$ 40,9 milhões do empresário para a unidade religiosa. O empresário é cunhado do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

O pastor André Valadão foi procurado para comentar o teor das mensagens e a identidade do senador, mas optou por não se manifestar.

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O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) repercutiu o caso em seu perfil na rede social X, antigo Twitter. Ele questionou qual senador da CPMI teria orientado Valadão a permanecer nos Estados Unidos para evitar responder a acusações.

“Qual senador da CPMI que mandou o Pastor Valadão ficar nos EUA para não responder pelos crimes? É um que vive blindando e protegendo o Clava Forte Bank , da Lagoinha. Adivinhou?”, postou o parlamentar, sem, no entanto, citar nomes.

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A CPMI do INSS investiga fraudes no recebimento do seguro e benefícios previdenciários, e as suspeitas de irregularidades financeiras envolvendo a igreja e o empresário Zettel trouxeram o pastor para o centro das atenções.

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A atuação de senadores e deputados em comissões de inquérito é regida por regimentos internos e pela legislação brasileira, que garantem o direito à ampla defesa e ao contraditório, mas também preveem punições em caso de comprovação de ilícitos.

O caso levanta questões sobre a influência de parlamentares em investigações em andamento e a transparência nas relações entre instituições religiosas e o setor financeiro.

Fonte: Metrópoles

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