Um dos detidos na Operação Compliance Zero, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido pelo apelido de “Sicário”, morreu na noite desta quarta-feira (4) em Minas Gerais. Mourão tirou a própria vida enquanto estava sob custódia na Superintendência Regional da Polícia Federal (PF) no estado.
Morte Encefálica Confirmada
Fontes da Polícia Federal confirmaram que Mourão teve morte encefálica após ser socorrido. Ele chegou a receber atendimento de reanimação pelos policiais federais e pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu.
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Operação Compliance Zero e o Envolvimento Mineiro
A Operação Compliance Zero investiga um grupo suspeito de envolvimento em crimes como ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de sistemas. A investigação, que tem desdobramentos em Minas Gerais, apura a atuação de indivíduos ligados a atividades ilícitas.
O empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master e figura central em parte das apurações, teve sua prisão preventiva mantida pela Justiça Federal em São Paulo. Ele foi encaminhado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Guarulhos.
O Papel de “Sicário” na Investigação
Segundo as apurações, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário”, seria o responsável por atividades de coleta de dados e monitoramento de alvos considerados adversários do grupo investigado. Sua prisão ocorreu na terceira fase da Compliance Zero.
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Comunicação ao STF e Próximos Passos
O caso da morte de Mourão foi comunicado ao gabinete do ministro relator no Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça. A Polícia Federal informou que disponibilizará os registros em vídeo do ocorrido para demonstrar a dinâmica dos fatos.
A PF segue analisando um grande volume de dispositivos eletrônicos apreendidos durante as diversas fases da operação. A investigação busca esclarecer a extensão das condutas atribuídas aos envolvidos e as circunstâncias completas do incidente sob custódia.
A atuação do grupo investigado e seus contatos em Minas Gerais têm sido foco de atenção das autoridades, que buscam desarticular atividades criminosas que possam afetar a segurança e a economia do estado.
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Fonte: Oeste