Moro critica desfile da Acadêmicos de Niterói em homenagem a Lula e cita 'Odebrecht'

Moro critica desfile da Acadêmicos de Niterói em homenagem a Lula e cita ‘Odebrecht’

O senador Sergio Moro (União Brasil-SP) criticou duramente o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Carnaval do Rio de Janeiro. Moro classificou o evento como um “deprimente espetáculo de abuso do poder” e acusou a agremiação de promover “ataques aos adversários, tudo […]

Resumo

O senador Sergio Moro (União Brasil-SP) criticou duramente o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Carnaval do Rio de Janeiro. Moro classificou o evento como um “deprimente espetáculo de abuso do poder” e acusou a agremiação de promover “ataques aos adversários, tudo financiado pelo governo”.

Em sua conta na rede social X, o senador lamentou a ausência de menções a escândalos de corrupção no enredo da escola. “Faltou o carro da Odebrecht e do sítio de Atibaia no desfile do Lula”, escreveu Moro, comparando a iniciativa à propaganda da Coreia do Norte.

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Críticas à “propaganda eleitoral”

Antes mesmo do início do desfile, Moro já havia se manifestado contra a homenagem, rotulando-a como “propaganda eleitoral antecipada”. A Acadêmicos de Niterói, escola que ascendeu ao Grupo Especial em 2025, apresentou o samba-enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”.

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A escolha do tema para a estreia da agremiação na elite do carnaval carioca gerou debates sobre o uso de eventos culturais para fins políticos. A escola, fundada em 2018, conquistou seu espaço na Série Ouro e agora compete com agremiações tradicionais.

O Contexto do Desfile

O samba-enredo buscou retratar a trajetória de Lula, desde suas origens como operário até a presidência. A árvore mulungu, citada no título, é nativa do Brasil e possui um nome de origem tupi com possíveis raízes africanas. A escola desfilou em um contexto de polarização política no país.

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A decisão de homenagear o presidente em um evento de grande visibilidade como o Carnaval do Rio foi interpretada por diferentes setores políticos de maneiras distintas. Enquanto apoiadores viram a celebração como um reconhecimento à trajetória do presidente, críticos como Sergio Moro apontaram para um possível uso político dos recursos públicos e do espaço cultural.

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A polêmica em torno do desfile reflete a contínua divisão política no Brasil e as discussões sobre os limites entre a expressão artística e a propaganda política, especialmente em ano de pré-campanha eleitoral.

Fonte: G1

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