Moraes solicita ao Exército parecer sobre visitas íntimas a general preso por tentativa de golpe

Moraes solicita ao Exército parecer sobre visitas íntimas a general preso por tentativa de golpe

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o Exército se posicione sobre a possibilidade de o general da reserva Mário Fernandes receber visitas íntimas. Fernandes está preso no Comando Militar do Planalto, em Brasília, onde cumpre pena de 26 anos e 6 meses. A condenação é referente à participação em […]

Resumo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o Exército se posicione sobre a possibilidade de o general da reserva Mário Fernandes receber visitas íntimas.

Fernandes está preso no Comando Militar do Planalto, em Brasília, onde cumpre pena de 26 anos e 6 meses. A condenação é referente à participação em atos que configuraram a tentativa de golpe de Estado em 2022.

CONTINUA APÓS O ANÚNCIO

Defesa busca estabilidade emocional para general

A solicitação para que o general possa receber a visita de sua esposa, Daniela Cabral Fernandes, foi apresentada pela defesa ao STF no início de fevereiro. Segundo os advogados, o benefício visa proporcionar estabilidade emocional ao militar e auxiliar em seu processo de reabilitação social.

Leia também:  Petistas evitam comentar rebaixamento de escola de samba que homenageou Lula

Em despacho datado da última sexta-feira (6), Moraes instruiu o Comando Militar do Planalto a verificar se Fernandes atende às normas e aos requisitos internos da corporação para a concessão do benefício.

PGR terá prazo para manifestação

Após o recebimento das informações solicitadas ao Exército, o pedido da defesa será encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR). O órgão terá um prazo de 5 dias para analisar o caso e apresentar seu parecer.

CONTINUA APÓS O ANÚNCIO

Contexto da prisão de Mário Fernandes

Mário Fernandes ocupou o cargo de secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência da República durante o governo de Jair Bolsonaro. Ele é apontado como integrante do chamado “núcleo 2” dos acusados pela tentativa de golpe.

Leia também:  Ramagem e Eduardo Bolsonaro perdem passaporte diplomático após cassação de mandato

A Procuradoria-Geral da República o acusou de ser o autor intelectual do “Plano Punhal Verde e Amarelo”. De acordo com a Polícia Federal, este plano previa cenários para o assassinato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin e do próprio ministro Alexandre de Moraes.

O general admitiu ter criado o documento, encontrado em seus dispositivos eletrônicos, mas alegou se tratar de um material pessoal que não chegou a ser compartilhado com terceiros. Ele está detido preventivamente desde novembro de 2024.

CONTINUA APÓS O ANÚNCIO

Fonte: g1.globo.com

Tags:

Notícias todos os dias!

De domingo a domingo, as notícias que você não pode deixar de perder em seu e-mail.

Veja também:

Chegamos ao fim!