A ausência de definição sobre quem será o vice na chapa de Flávio Bolsonaro (PL) tem gerado apreensão entre aliados do partido. A recente visita do pré-candidato a Santa Catarina, durante a convenção estadual do PL, intensificou o debate sobre a escolha do companheiro de chapa, evidenciando a corrida contra o tempo para consolidar a estratégia eleitoral.
A possibilidade de a deputada federal Bia Kicis (PL-DF) compor a chapa foi ventilada após a recusa do PP em integrar a aliança com a senadora Tereza Cristina (PP-MS). No entanto, a avaliação entre os presentes na convenção em São José, na Grande Florianópolis, é que Kicis não seria a escolha mais adequada.
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Aliados defendem nome catarinense
Diante do impasse, uma parcela significativa de apoiadores bolsonaristas que participaram do evento em Santa Catarina voltou a defender a deputada federal catarinense Júlia Zanatta (PL-SC) como a candidata ideal para vice.
A preferência por Zanatta estaria atrelada à sua imagem junto ao eleitorado do PL e à sua postura política. Outro ponto levantado pelos defensores da deputada catarinense seria a lealdade bolsonarista, um fator considerado crucial para a manutenção da unidade e da força do grupo político.
Bia Kicis e o fator Michele Bolsonaro
As posições de Bia Kicis em defesa de Michele Bolsonaro (PL) foram apontadas por alguns aliados como um possível obstáculo para a candidatura de Flávio Bolsonaro. A argumentação é que tal alinhamento poderia criar atritos ou complicações futuras, afetando a dinâmica da campanha e a imagem do próprio Flávio.
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A definição do vice transcende o mero apoio momentâneo, adentrando o campo da lealdade e da coesão interna do bolsonarismo, um elemento central para a estratégia eleitoral do grupo.
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