Viveiro Presidencial: Despesa com Animais da Granja do Torto e Palácio do Planalto Ultrapassa Milhões

Viveiro Presidencial: Despesa com Animais da Granja do Torto e Palácio do Planalto Ultrapassa Milhões

A manutenção da fauna em instalações ligadas à Presidência da República tem gerado despesas significativas, com destaque para os custos com o viveiro palaciano e a Granja do Torto. Apenas a conta de água do viveiro, em 2025, atingiu R$ 636.930,46, um recorde desde o retorno de Luiz Inácio Lula da Silva à presidência. Em […]

Resumo

A manutenção da fauna em instalações ligadas à Presidência da República tem gerado despesas significativas, com destaque para os custos com o viveiro palaciano e a Granja do Torto. Apenas a conta de água do viveiro, em 2025, atingiu R$ 636.930,46, um recorde desde o retorno de Luiz Inácio Lula da Silva à presidência.

Em 2024, os gastos com o hidrômetro do viveiro somaram R$ 482,5 mil, e no ano anterior, primeiro da atual gestão, a fatura foi de R$ 465,5 mil. Para janeiro de 2026, a previsão de gasto com água já aponta para R$ 28,2 mil, indicando a continuidade de um desembolso elevado.

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É importante ressaltar que esses valores se referem especificamente ao consumo de água do viveiro e não englobam os custos com os 6.233 animais da Granja do Torto, nem despesas veterinárias ou com alimentação, que também são custeadas pelos cofres públicos.

Enquanto os holofotes se voltam para as despesas com a fauna presidencial, os bastidores políticos fervilham com movimentações visando as eleições de 2026.

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No estado de São Paulo, o Partido Liberal (PL) enfrenta desafios para definir sua estratégia para o Senado. A sigla deseja indicar um candidato, mesmo que isso possa fragmentar o eleitorado conservador. A saída do Astronauta Marcos Pontes, único senador liberal do estado e que se distanciou de Jair Bolsonaro, enfraquece a posição do partido.

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O PL busca manter sua influência e proximidade com o governo estadual, que é liderado por Tarcísio de Freitas, do Republicanos. A proximidade com o executivo estadual é vista como crucial, especialmente porque o governador não considera o PL como opção para compor a chapa como vice.

Nas eleições de 2022, o PL teve um desempenho expressivo em São Paulo, com três dos quatro deputados federais mais votados sendo eleitos pela sigla, totalizando 2.328.863 votos. Contudo, nomes importantes como Carla Zambelli, presa na Itália, e Eduardo Bolsonaro, alvo do STF, enfrentam impedimentos para concorrer.

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Ricardo Salles, outro nome forte do PL, é ficha limpa e pré-candidato ao Senado, mas sinalizou que pode deixar o partido para concorrer pelo Novo, adicionando mais uma variável à disputa.

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Em outra frente, o economista Ulisses de Gamboa, da Associação Comercial de São Paulo, aponta que novas tributações e aumentos de impostos implementados pelo governo Lula contribuíram para que brasileiros pagassem R$ 1 trilhão em impostos em 2026, em um período de tempo menor do que no ano anterior.

Circulam informações sobre Lulinha, filho do presidente, em Madrid, mas a Telefonica de Espanha negou que ele seja funcionário ou terceirizado da empresa, controladora da Vivo.

Plataformas de apostas de previsões, como Polymarket e Kalshi, registraram pela primeira vez uma probabilidade maior de vitória de Flávio Bolsonaro (PL) sobre Lula (PT) na eleição presidencial.

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A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de encerrar a CPMI do INSS, horas após sua prorrogação ter sido determinada, gerou reações negativas de parlamentares.

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O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI, classificou a decisão como um “retrato cruel da realidade”. Sósthenes Cavalcante, líder do PL na Câmara, lamentou o encerramento “antes do fim”, sugerindo que a investigação estava perto de desvendar algo relevante.

No cenário eleitoral em São Paulo, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) indicou que a ministra Simone Tebet (Planejamento) seria a candidata do partido ao Senado, pendendo apenas de acordo com o PT paulista.

Alckmin também sinalizou que deixará o cargo de ministro da Indústria e Comércio na próxima quinta-feira (2), cumprindo o prazo de desincompatibilização.

Um dos nomes cotados pelo PL para a disputa pelo Senado em São Paulo é o vice-prefeito da capital paulista, Mello Araujo, cuja agenda com Bolsonaro em abril foi cancelada por ordem de Alexandre de Moraes.

Fonte: G1

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