Simões assume governo de Minas Gerais com foco na reeleição e alfineta gestão anterior

Simões assume governo de Minas Gerais com foco na reeleição e alfineta gestão anterior

O vice-governador Mateus Simões (PSD) fará a transição para o cargo de governador de Minas Gerais neste domingo (22), após a renúncia de Romeu Zema (Novo) para se candidatar à Presidência da República. Simões, que já se declara pré-candidato à reeleição, expressou entusiasmo e ansiedade com o novo desafio. A declaração descontraída de que “já […]

Resumo

O vice-governador Mateus Simões (PSD) fará a transição para o cargo de governador de Minas Gerais neste domingo (22), após a renúncia de Romeu Zema (Novo) para se candidatar à Presidência da República. Simões, que já se declara pré-candidato à reeleição, expressou entusiasmo e ansiedade com o novo desafio.

A declaração descontraída de que “já é governador na Austrália” foi feita durante um evento de filiação de parlamentares à Federação União-PP em Belo Horizonte, no sábado (21).

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Simões afirmou que o coração “palpita” ao pensar no tamanho do desafio que se inicia nas próximas 24 horas.

Duas cerimônias marcam a posse

A cerimônia de posse ocorrerá em duas etapas. Inicialmente, no Palácio da Inconfidência, sede da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Simões apresentará sua declaração de bens, fará a leitura do compromisso constitucional e assinará o termo de posse.

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Em seguida, o ato simbólico de transmissão de cargo ocorrerá no Palácio da Liberdade, sede do Poder Executivo. Lá, Zema entregará a Simões o Colar da Inconfidência, marcando a sucessão no comando do estado.

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Continuidade e foco no interior

O futuro governador destacou que receberá o estado “organizado”, em contraponto ao que, segundo ele, ocorreu quando o PT deixou o governo. Simões sinalizou que não pretende realizar mudanças drásticas no secretariado, visando dar continuidade aos projetos em andamento.

A estratégia de campanha para a reeleição prevê uma intensa agenda pelo interior de Minas Gerais. “A minha decisão é passar pelas 16 regionais do estado, passar pelo menos quatro dias em cada uma”, explicou.

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O objetivo é “ver o que tem pra fazer e o que Zema deixou encaminhado”, além de “lembrar Minas Gerais que 20% do estado está na capital e região metropolitana, mas 80% está no interior”.

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Simões ressaltou que a presença no interior foi positiva em mandatos anteriores e que pretende manter essa mobilização a partir de segunda-feira (23).

Posicionamento sobre candidatura de Pacheco

Durante a entrevista, o vice-governador também comentou sobre a especulação envolvendo o senador Rodrigo Pacheco (PSD) como possível candidato ao governo pelo União Brasil, com apoio do presidente Lula (PT).

Simões negou veementemente essa possibilidade. “Essa conversa não existe. Há um ano o União e o PP conversam, o PP foi o primeiro partido a se juntar a nós”, declarou.

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Ele admitiu que filiados do União Brasil próximos a Pacheco gostariam de tê-lo na legenda, mas considerou a candidatura ao governo “não viável”.

O vice-governador reforçou que a federação União-PP tem uma “comunhão muito maior” do que nomes individuais. Ele também mencionou um acordo para que uma das vagas ao Senado seja da federação, ocupada pelo secretário Marcelo Aro.

“Eu até brincava que, se o Pacheco se filiasse ao União, ele não seria candidato ao governador”, concluiu.

Fonte: g1.globo.com

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