Prefeito de BH critica greve de professores: "Já está chato parar a cidade"

Prefeito de BH critica greve de professores: “Já está chato parar a cidade”

O prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União Brasil), expressou descontentamento com a greve deflagrada pelos professores da rede municipal de ensino. Em coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (28/04), Damião classificou a paralisação como um ato recorrente e desgastante para a população da capital mineira. Greve na Educação Municipal A categoria, após assembleia realizada […]

Resumo

O prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União Brasil), expressou descontentamento com a greve deflagrada pelos professores da rede municipal de ensino. Em coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (28/04), Damião classificou a paralisação como um ato recorrente e desgastante para a população da capital mineira.

Greve na Educação Municipal

A categoria, após assembleia realizada na segunda-feira (27/04), decidiu manter a greve. Os professores apontam a precariedade das condições de trabalho e a dificuldade de diálogo com a Secretaria Municipal de Educação como os principais motivos para a paralisação. Eles reivindicam melhorias estruturais, como a gestão de pessoal, a qualidade da educação infantil e o atendimento especializado.

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Posição do Prefeito

Em resposta às alegações, Damião afirmou que as questões já foram resolvidas judicialmente e que ele se mantém aberto ao diálogo. “Eu recebo todo mundo aqui”, declarou o prefeito, ressaltando que a paralisação impede a oferta de um serviço essencial à população.

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O chefe do executivo municipal também criticou a percepção de que a prefeitura “não quer dar” o que é demandado. “Isso já está ficando também meio chato, né? Eu estou prefeito aqui há 1 ano. Já está ficando meio chato”, disse, cobrando responsabilidade na gestão pública.

Escolas de BH como Referência

Álvaro Damião ressaltou que as escolas municipais de Belo Horizonte são um exemplo para o país. Ele defendeu a necessidade de responsabilidade na administração da cidade, argumentando que nenhum gestor é contra a saúde ou a educação.

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Reivindicações da Categoria

A greve dos professores municipais de BH está inserida na Campanha Salarial deste ano. Entre os pontos centrais da pauta de reivindicações estão a aplicação integral da Lei do Piso Salarial, a valorização das carreiras da educação e a garantia de investimentos para melhores condições de ensino.

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Os educadores também criticam a substituição de professores concursados por monitores e estagiários, além da transferência de responsabilidades pedagógicas para profissionais contratados via Organizações da Sociedade Civil (OSCs). A categoria alega que há uma transferência de recursos da educação pública para a iniciativa privada.

Próximos Passos

Após a decisão de manter a greve, os educadores realizaram uma caminhada até a sede da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) para dar visibilidade às suas reivindicações. Uma nova assembleia está prevista para o dia 5 de maio, onde os próximos passos do movimento serão definidos.

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Fonte: G1

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