Jovem de 24 anos morta após ataque com álcool em Delfinópolis era religiosa e recém-formada em Administração

Jovem de 24 anos morta após ataque com álcool em Delfinópolis era religiosa e recém-formada em Administração

Uma tragédia chocou o pequeno distrito de Olhos d’Água, em Delfinópolis, no Sudoeste de Minas Gerais. Íris Gabriely Cândida Paulino, de 24 anos, faleceu no último domingo (19) após sofrer um ataque cruel com álcool enquanto trabalhava na mercearia de seu tio. Ela teve 40% do corpo queimado e lutou pela vida por oito dias […]

Resumo

Uma tragédia chocou o pequeno distrito de Olhos d’Água, em Delfinópolis, no Sudoeste de Minas Gerais. Íris Gabriely Cândida Paulino, de 24 anos, faleceu no último domingo (19) após sofrer um ataque cruel com álcool enquanto trabalhava na mercearia de seu tio. Ela teve 40% do corpo queimado e lutou pela vida por oito dias na unidade de queimados do hospital de São Sebastião do Paraíso.

Uma vida marcada pela alegria e fé

Íris era descrita por familiares e amigos como uma jovem alegre, educada e de boa índole. Nascida e criada em Olhos d’Água, ela trabalhava no estabelecimento há quatro anos. Sua família, numerosa e unida, lamenta profundamente a perda.

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“Era alegre, positiva, boa filha, sempre foi cuidadosa com a avó que perdemos há dois anos, amorosa, gostava de compartilhar os momentos com a família, mas também de sair com as amigas”, contou um parente emocionado.

A jovem era a caçula de três irmãs e cresceu em um ambiente familiar acolhedor, cercada pela avó, tias e primos. Recentemente, Íris havia concluído a graduação em Administração por Ensino a Distância (EAD) e estava no processo para obter sua carteira de motorista.

Religiosidade e esperança interrompidas

Católica devota, Íris frequentava assiduamente missas e grupos de oração. Neste ano, participou de um retiro espiritual de três dias, demonstrando sua profunda fé. Antes de ser intubada, seu último pedido foi por orações para a família, um sinal de sua preocupação e amor pelos entes queridos.

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Nos últimos tempos, Íris enfrentava problemas de saúde, incluindo tratamento para artrite reumatoide, o que a levou a perder peso significativamente. Sua força e resiliência, no entanto, foram brutalmente interrompidas.

Suspeita presa e motivação apontada

A Polícia Militar agiu rapidamente e prendeu, na tarde de segunda-feira (20), a suspeita do crime. Marcela Alcântara Santos, de 18 anos, foi capturada em uma casa abandonada na zona rural de Delfinópolis, nas proximidades do distrito onde ocorreu o ataque.

Imagens de uma câmera de segurança registraram o momento chocante. A suspeita entrou no mercado, comprou um frasco de álcool, e no caixa, jogou o líquido inflamável sobre Íris. A vítima ainda tentou fugir, mas foi perseguida e teve o fogo ateado com um isqueiro pela agressora, que fugiu a pé.

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Ciúmes como possível motivo

Segundo relatos da Polícia Militar, o namorado de Marcela teria informado que horas antes do ataque, eles estiveram juntos no mercado. No momento do pagamento, o namorado teria conversado com Íris no caixa, o que teria gerado ciúmes em Marcela e motivado a ação.

A família de Íris informou que a suspeita não era moradora do distrito e havia chegado à comunidade recentemente para trabalhar na lavoura. As buscas pela suspeita abrangeram cidades mineiras como Delfinópolis e Cássia, além de Franca, no interior de São Paulo.

Fonte: G1

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