A advogada e ex-deputada estadual Janaína Paschoal manifestou forte crítica ao Ministério Público Federal (MPF) neste domingo (15.mar.2026). Segundo ela, o órgão teria validado uma “pretensão absurda” da deputada federal Erika Hilton (Psol-SP).
Críticas à atuação do MPF
Em publicação na rede social X (antigo Twitter), Janaína Paschoal destacou que o ponto mais grave da situação não seria a eleição de Erika Hilton para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados, nem as reações à escolha.
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Para a advogada, a atuação do MPF no episódio foi o cerne da questão. “O mais grave foi o fato de o Ministério Público Federal endossar uma pretensão absurda, baseada em fundamentos nada jurídicos”, escreveu.
Ideologização da Justiça
Janaína Paschoal também aproveitou a ocasião para tecer comentários sobre o que percebe como uma crescente “ideologização” do sistema de Justiça brasileiro.
A jurista afirmou que o Ministério Público estaria se tornando “o braço mais forte do ativismo woke”, em referência a movimentos sociais progressistas e suas pautas.
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Contexto da eleição de Erika Hilton
A crítica de Janaína Paschoal ocorre em um momento de repercussão em torno da eleição de Erika Hilton para comandar a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher.
A escolha da parlamentar gerou manifestações diversas nas redes sociais, tanto de políticos quanto de comentaristas, dividindo opiniões.
Polêmica com Ratinho
O embate ganhou destaque após Erika Hilton acionar o Ministério Público contra declarações do apresentador Ratinho. Ele criticou a eleição da deputada e defendeu que o cargo deveria ser ocupado por uma mulher cisgênero.
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A deputada acusou Ratinho de transfobia pelas suas declarações, o que motivou a intervenção do MPF, agora questionada por Janaína Paschoal.
Fonte: g1.globo.com