Mulher denuncia ameaças de coveiro e condições insalubres em enterro de mãe no Cemitério da Paz, em BH

Mulher denuncia ameaças de coveiro e condições insalubres em enterro de mãe no Cemitério da Paz, em BH

Uma mulher de 31 anos procurou as autoridades para registrar um boletim de ocorrência após vivenciar momentos de constrangimento e medo durante o enterro de sua mãe, na tarde de quinta-feira (19/3), no Cemitério da Paz, localizado no bairro Caiçaras, Região Noroeste de Belo Horizonte. Segundo o relato da familiar, o jazigo destinado ao sepultamento […]

Resumo

Uma mulher de 31 anos procurou as autoridades para registrar um boletim de ocorrência após vivenciar momentos de constrangimento e medo durante o enterro de sua mãe, na tarde de quinta-feira (19/3), no Cemitério da Paz, localizado no bairro Caiçaras, Região Noroeste de Belo Horizonte. Segundo o relato da familiar, o jazigo destinado ao sepultamento apresentava condições precárias, com forte odor, vestígios de restos mortais e proliferação de insetos.

Conflito no Momento do Adeus

Ao questionar o coveiro responsável sobre a situação encontrada na sepultura, a mulher alega ter sido alvo de ameaças por parte do funcionário. O clima de tensão se agravou quando o trabalhador, segundo a denúncia, empunhou uma pá e proferiu palavras que indicavam uma postura defensiva e agressiva caso houvesse qualquer tipo de avanço físico.

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A família já passava por um momento de profunda dor e luto, e a situação no cemitério adicionou um fardo de estresse e sofrimento. Além do desentendimento com o coveiro, os presentes relataram uma espera prolongada, cerca de 40 minutos, para que os procedimentos de sepultamento pudessem ser iniciados, o que aumentou a apreensão e o desconforto.

Posicionamento da Fundação de Parques Municipais

A Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica (FPMZB), órgão da Prefeitura de Belo Horizonte responsável pela administração dos cemitérios públicos da capital, emitiu nota oficial sobre o ocorrido. A FPMZB declarou que não tolera e não compactua com quaisquer condutas inadequadas por parte de seus colaboradores ou de prestadores de serviço.

A nota esclarece que o coveiro envolvido na discussão é funcionário de uma empresa terceirizada que presta serviços aos cemitérios municipais. O caso está sendo apurado em conjunto com a empresa contratada para tomar as medidas cabíveis, caso as irregularidades sejam confirmadas.

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Explicação sobre as Condições da Cova

Em relação às condições insalubres relatadas na cova, a FPMZB explicou que, no momento do sepultamento, estava ocorrendo uma exumação em um jazigo vizinho. Segundo o órgão, este tipo de procedimento pode, pontualmente, causar a saída de insetos do solo, o que seria uma situação esperada e transitória.

A fundação assegurou que, após a conclusão da exumação, o local onde seria realizado o enterro foi devidamente limpo. Posteriormente, o sepultamento da mãe da denunciante foi efetuado. A FPMZB reiterou o compromisso com a manutenção de rotinas permanentes de limpeza e controle sanitário em todos os cemitérios sob sua gestão, visando garantir um ambiente adequado e acolhedor para as famílias enlutadas.

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A ocorrência foi registrada e encaminhada à 4ª Delegacia de Polícia Civil Noroeste para investigação.

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Fonte: Correio Braziliense

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