Segurança restringe acesso a velório de suposto "Sicário" em Belo Horizonte

Segurança restringe acesso a velório de suposto “Sicário” em Belo Horizonte

Uma equipe de segurança particular foi acionada para controlar o acesso ao velório de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, de 43 anos, conhecido como “Sicário”. O evento ocorreu neste domingo (8/3) em uma unidade do Grupo Zelo, na região oeste de Belo Horizonte. A restrição visava permitir a entrada apenas de familiares e imprensa. […]

Resumo

Uma equipe de segurança particular foi acionada para controlar o acesso ao velório de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, de 43 anos, conhecido como “Sicário”. O evento ocorreu neste domingo (8/3) em uma unidade do Grupo Zelo, na região oeste de Belo Horizonte.

A restrição visava permitir a entrada apenas de familiares e imprensa. Apesar do controle, o espaço registrou grande movimentação de pessoas durante a cerimônia, que teve início por volta das 11h30. O sepultamento estava previsto para as 14h30 no Cemitório do Bonfim, na região Noroeste da capital.

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Conexões com esquema bilionário

Luiz Phillipi era apontado como peça-chave em ações de monitoramento e intimidação física a mando de Daniel Vorcaro. Vorcaro é investigado em um suposto esquema de fraudes que movimentou bilhões de reais.

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A morte de Mourão foi confirmada na sexta-feira (6/3), após uma tentativa de suicídio enquanto ele estava preso na sede da Polícia Federal. O corpo foi liberado para a família no fim da tarde de sábado (7/3), após passar por exames no Instituto Médico-Legal (IML) Dr. André Roquette.

Atuação na organização criminosa

Segundo investigações da Polícia Federal, “Sicário” desempenhava funções estratégicas na organização criminosa liderada por Vorcaro. O grupo é suspeito de desviar vultuosas quantias através de fraudes relacionadas ao Banco Master.

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Mourão seria responsável por monitorar alvos, acessar ilegalmente dados de sistemas públicos e também por realizar intimidações físicas e morais contra vítimas do esquema.

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Histórico criminal

O histórico de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão inclui passagens por diversos crimes. Entre eles, estão estelionato, receptação, furto qualificado e associação criminosa.

Ele também já havia respondido a Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO) por ameaças, direção perigosa sem habilitação, uso de documento falso e receptação, demonstrando um extenso envolvimento com atividades ilícitas na capital mineira.

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Fonte: Portal UOL

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