Manifestantes se reuniram neste domingo (1º) na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, para um ato contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
O protesto, intitulado “Acorda Brasil”, também pediu anistia para pessoas condenadas em decorrência dos atos de 8 de janeiro de 2023, quando prédios dos Três Poderes foram invadidos em Brasília.
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A manifestação, que durou cerca de duas horas, contou com a presença e discursos de políticos de oposição, como o deputado federal Nicolas Ferreira (PL) e o deputado estadual Bruno Engler (PL). O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), também participou do evento.
Presença de autoridades e pautas do ato
Após discursarem em Belo Horizonte, as autoridades presentes anunciaram que se dirigiam a São Paulo para outro ato previsto para o mesmo dia, na Avenida Paulista.
As críticas direcionadas aos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do STF, refletem tensões recorrentes entre setores da sociedade e o Poder Judiciário, especialmente em relação a decisões proferidas em inquéritos que apuram atos contra a democracia.
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O pedido de anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro é uma pauta defendida por alguns grupos de direita e extrema-direita, que argumentam que as condenações foram excessivas ou politizadas.
Contexto político e judicial
O STF tem sido alvo de críticas por parte de opositores do governo e de alguns segmentos da sociedade, que questionam a atuação da Corte em diferentes processos e inquéritos.
As manifestações como a ocorrida em Belo Horizonte refletem o cenário de polarização política no país e as diferentes visões sobre a atuação das instituições democráticas.
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O governo federal, por sua vez, tem se posicionado em defesa das instituições e do Estado Democrático de Direito, condenando atos antidemocráticos.
Fonte: g1.globo.com