Carnaval de BH: Folionas brincam com "mapa da fome" e criticam falta de homens heteros nos blocos

Carnaval de BH: Folionas brincam com “mapa da fome” e criticam falta de homens heteros nos blocos

Enquanto a folia toma conta das ruas de Belo Horizonte, com a energia contagiante dos blocos carnavalescos, a busca por um romance durante o Carnaval também se torna um tema de conversa entre os foliões. Para um grupo de amigas que curtia o Bloco dos Gêmeos, na segunda-feira (16/2), a missão de encontrar pretendentes heterossexuais […]

Resumo

Enquanto a folia toma conta das ruas de Belo Horizonte, com a energia contagiante dos blocos carnavalescos, a busca por um romance durante o Carnaval também se torna um tema de conversa entre os foliões. Para um grupo de amigas que curtia o Bloco dos Gêmeos, na segunda-feira (16/2), a missão de encontrar pretendentes heterossexuais tem sido mais desafiadora do que o esperado.

Jhuliana Guizalberte, 24 anos, estudante de medicina e natural de Aiuruoca, no Sul de Minas, expressou seu amor pelo Carnaval de BH, motivo pelo qual viajou para a capital. Ela pontuou que a experiência varia de acordo com o bloco, mas a dificuldade em encontrar parceiros adequados é recorrente.

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“Existem blocos e blocos, alguns são mais atrativos que outros”, comentou Jhuliana. “Ontem fui ao Abacabloco, que foi muito bom. Mas é sempre assim: você olha para um e quem chega em você é justamente quem você não quer. A gente está no ‘mapa da fome’, tá difícil”, brincou a estudante.

O humor como válvula de escape

A estudante de direito Gabriele Pereira Pinho compartilhou do mesmo sentimento em tom bem-humorado. Ela esperava encontrar muitos homens bonitos nos blocos, mas observou que a maioria não era heterossexual.

“Minha amiga me chamou para o Carnaval e eu esperava ver muitos homens bonitos. Até vi, mas não héteros. Não há homens em BH; quem casou, casou; quem não casou, não casa mais”, disse Gabriele, entre risos.

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Percepção se estende pela capital

Carla Matos, 24 anos, moradora do bairro Nova Suíça, na região Oeste de BH, corroborou com a percepção das amigas. Ela notou a forte presença da comunidade LGBTQIA+ nos blocos, mas uma carência de homens heterossexuais.

“A comunidade LGBTQIA+ está vindo em peso, mas os héteros estão fracos. BH é conhecida por ter mulher bonita, mas faltam homens com coragem para ter iniciativa”, afirmou Carla, evidenciando uma dinâmica social observada durante as festividades.

A percepção dessas foliãs reflete um aspecto cultural e social que se manifesta durante o Carnaval de Belo Horizonte, transformando a busca por um par em um tema leve e bem-humorado para as participantes da festa. A cidade, conhecida por sua vibrante cena de blocos de rua, atrai milhares de pessoas, e as interações sociais durante o período se tornam um reflexo das dinâmicas urbanas contemporâneas.

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Fonte: Portal UOL

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