A Justiça de Belo Horizonte decidiu, nesta sexta-feira (13/2), manter em prisão preventiva um médico suspeito de estuprar uma jovem de 18 anos. O crime teria ocorrido durante um atendimento médico em uma clínica localizada no bairro Santa Efigênia, na região Centro-Sul da capital.
Decisão da Justiça
A juíza Juliana Beretta negou o pedido de prisão domiciliar para o profissional de saúde. A defesa argumentava a necessidade de o médico cuidar de seus dois filhos menores de idade.
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No entanto, a magistrada considerou que não foram apresentadas provas suficientes de que as crianças dependam exclusivamente dos cuidados do pai.
“A palavra da vítima apresenta especial relevo como elemento de convicção do magistrado. É imprescindível o decreto da prisão preventiva de forma a resguardar a vítima e a ordem pública”, afirmou a juíza na decisão.
Relembre o Caso
O incidente ocorreu na tarde de quarta-feira (11/2), em uma clínica no bairro Santa Efigênia. A jovem procurou atendimento médico para dores abdominais.
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Segundo o relato da vítima à Polícia Militar, o médico teria realizado procedimentos não solicitados e praticado atos libidinosos sem consentimento.
A paciente também relatou que o profissional fez propostas de cunho sexual durante a consulta.
Versão do Médico e Investigação
O médico, que foi preso em flagrante, nega as acusações. Ele alega que os exames foram autorizados pela paciente e que sua conduta foi estritamente profissional.
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O caso segue sob investigação da Polícia Civil de Belo Horizonte, que busca apurar todos os detalhes do ocorrido e coletar provas para embasar a continuidade do processo judicial.
A prisão preventiva visa garantir a segurança da vítima e a ordem pública, enquanto as investigações prosseguem para esclarecer os fatos que chocaram a comunidade médica e a população da capital mineira.
Fonte: O Tempo
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