PT enfrenta risco de encolhimento no Senado com 6 de 9 senadores em fim de mandato

PT enfrenta risco de encolhimento no Senado com 6 de 9 senadores em fim de mandato

O Partido dos Trabalhadores (PT) se vê diante de um cenário desafiador no Senado Federal, com seis dos nove atuais senadores da legenda tendo seus mandatos encerrados em 2026. Essa situação eleva a preocupação da sigla em manter sua força e influência na Câmara Alta do Congresso Nacional. Estratégias para garantir cadeiras Para mitigar o […]

Resumo

O Partido dos Trabalhadores (PT) se vê diante de um cenário desafiador no Senado Federal, com seis dos nove atuais senadores da legenda tendo seus mandatos encerrados em 2026. Essa situação eleva a preocupação da sigla em manter sua força e influência na Câmara Alta do Congresso Nacional.

Estratégias para garantir cadeiras

Para mitigar o risco de encolhimento, o PT tem adotado uma estratégia arriscada: instigar candidaturas ao governo em estados onde senadores petistas estão em fim de mandato. A ideia é que, caso esses candidatos ao governo sejam eleitos, os suplentes que assumirem as cadeiras no Senado sejam filiados ao PT.

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Um exemplo prático dessa movimentação ocorre no Amazonas. O senador Omar Aziz (PSD-AM) é apontado como um potencial candidato ao governo do estado. Se Aziz vencer a disputa pelo executivo amazonense, a vaga no Senado seria preenchida pela petista Cheila Moreira, fortalecendo a bancada do partido.

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Preocupações em estados-chave

A situação de Rogério Carvalho (PT-SE) em Sergipe também gera apreensão na cúpula petista. Pesquisas de intenção de voto, como as divulgadas pelo Real Time Big Data, indicam que Carvalho aparece em quinto lugar, em cenário de empate técnico. A perda dessa cadeira representaria um duro golpe para o partido.

Internamente, há um reconhecimento de que o PT demorou a definir suas chapas e estratégias eleitorais para 2026, enquanto a oposição tem se organizado desde o ano passado, o que pode configurar uma desvantagem na corrida eleitoral.

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Controvérsias e investigações

O cenário político também é marcado por outras frentes. O senador Eduardo Girão (Novo-CE) solicitou que Alexandre de Moraes e sua esposa prestem esclarecimentos na CPI do Crime Organizado, pedindo a quebra de sigilo de Viviane Barci para investigar um contrato com o Banco Master.

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A CPMI que apura desvios no INSS retoma seus trabalhos e segue até o próximo mês, com a votação do relatório final prevista para 26 de março. Carlos Portinho (PL-RJ), presidente da comissão, informou que o colegiado busca reverter habeas corpus que isenta Maurício Camisotti de comparecer à CPMI.

Mobilizações e alianças

Nas redes sociais, a campanha “Lula não” ganha força com uma hashtag específica, protestando contra a possível reeleição do presidente Lula (PT). Uma manifestação convocada pelo MBL está marcada para esta quinta-feira (5) em frente à sede do Banco Master, em São Paulo.

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No campo das alianças, Simone Tebet (MDB), com poucas chances em outras disputas, estaria considerando concorrer ao Senado por São Paulo, seguindo um caminho similar a Fernando Haddad (PT), que também não pretende disputar o governo do estado.

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Fonte: (informação não disponível na fonte original)

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