Um incidente de trânsito evoluiu para uma grave confusão no coração de Belo Horizonte, mobilizando a atenção de motoristas e pedestres na tarde desta terça-feira (20/1). Um coronel da reserva da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e um policial penal protagonizaram uma briga que chegou a interromper o fluxo de veículos em uma das vias mais movimentadas do Centro.
O início da discórdia no trânsito de BH
Segundo relatos, o conflito começou após uma colisão na Avenida Antônio Carlos. O policial penal teria se envolvido em um acidente, batendo na traseira de um carro dirigido pelo filho do coronel da reserva. Após o incidente inicial, o servidor público seguiu viagem, mas foi interceptado posteriormente pelo filho do militar.
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Confronto armado no hipercentro
A situação se agravou quando o coronel da reserva chegou ao local. Imagens que circularam nas redes sociais mostram o militar aposentado em posse de uma pistola, em meio a uma acalorada discussão com o policial penal. O confronto ocorreu no cruzamento da Avenida Olegário Maciel com a Rua Tupinambás, uma área central de grande circulação, e o carro do policial penal ficou atravessado na pista, causando interrupção no trânsito.
Intervenção policial e apuração dos fatos
O militar da reserva permaneceu no local, mantendo-se armado, até a chegada de viaturas da Polícia Militar. A corporação foi acionada para intervir e apaziguar os ânimos, além de registrar a ocorrência. A atitude do coronel da reserva, que se apresentou armado em meio a uma disputa particular, levanta questionamentos sobre os procedimentos e a conduta de servidores públicos, mesmo aposentados.
Impacto na rotina da capital
O episódio gerou grande transtorno no trânsito do Centro de Belo Horizonte, uma região que já enfrenta desafios diários de mobilidade. A interrupção em uma via expressa como a Olegário Maciel afeta diretamente o deslocamento de milhares de pessoas que utilizam o transporte público e privado para acessar o comércio, serviços e áreas de trabalho na região central da capital mineira. A Polícia Militar foi contatada para comentar a postura do servidor aposentado, mas não se manifestou até o fechamento desta matéria.
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Fonte: O Tempo