Câmara de BH exonera funcionários do gabinete de Lucas Ganem em meio a processo de cassação

Câmara de BH exonera funcionários do gabinete de Lucas Ganem em meio a processo de cassação

A Câmara Municipal de Belo Horizonte formalizou neste sábado (10/1) a exoneração de oito servidores comissionados do gabinete do vereador Lucas Ganem (Podemos). A medida segue a convocação do suplente de Ganem, Rubem Rodrigues de Oliveira Junior (Rubão), que assumiu a cadeira temporariamente. As exonerações são automáticas e entraram em vigor na última segunda-feira (5/1), […]

Resumo

A Câmara Municipal de Belo Horizonte formalizou neste sábado (10/1) a exoneração de oito servidores comissionados do gabinete do vereador Lucas Ganem (Podemos). A medida segue a convocação do suplente de Ganem, Rubem Rodrigues de Oliveira Junior (Rubão), que assumiu a cadeira temporariamente.

As exonerações são automáticas e entraram em vigor na última segunda-feira (5/1), data anterior à posse do suplente. A legislação municipal prevê este desligamento quando um vereador se afasta por período superior a 120 dias.

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Licença coincide com processo de cassação

O afastamento de Lucas Ganem ocorreu por meio de um pedido de licença de 121 dias, formalizado pelo próprio vereador. Este pedido se deu em paralelo ao andamento da comissão processante que julga o processo de cassação contra ele na Casa.

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A comissão, composta pelos vereadores Bruno Miranda (PDT), Edmar Branco (PCdoB) e Helton Junior (PSD), analisa uma denúncia de fraude na transferência de domicílio eleitoral do parlamentar, que é de São Paulo, além de suposta falsificação de documentos.

Vereador nega irregularidades

Lucas Ganem, por meio de sua defesa, alega que a denúncia não possui fundamento jurídico ou fático. Segundo o vereador, a representação seria uma tentativa de deslegitimá-lo perante a população de Belo Horizonte.

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Na última quinta-feira (8/1), a comissão processante aprovou requerimentos para ouvir testemunhas e anexar documentos ao processo. Estes são os primeiros passos formais da investigação.

Suspeita de vínculos com Indaiatuba

Um dos requerimentos aprovados solicita à Câmara os nomes de todos os servidores nomeados a pedido de Ganem e seus endereços à época da posse. A suspeita, conforme reportagem de O TEMPO, é que esses funcionários sejam de Indaiatuba, em São Paulo.

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Caso se confirme que os servidores não são residentes em Belo Horizonte, isso pode ser interpretado como um indício da falta de vínculos do parlamentar com a capital mineira, cidade pela qual foi eleito.

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Fonte: O Tempo

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