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Indicado ao STF, Jorge Messias se emociona em sabatina no Senado e pede lenço

Jorge Messias, nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor o Supremo Tribunal Federal (STF), teve um momento de forte emoção durante a sabatina realizada nesta quarta-feira (29) no Senado Federal, em Brasília. O advogado-geral da União embargou a voz e chegou a solicitar um lenço para enxugar o rosto em diversos momentos […]

Resumo

Jorge Messias, nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor o Supremo Tribunal Federal (STF), teve um momento de forte emoção durante a sabatina realizada nesta quarta-feira (29) no Senado Federal, em Brasília.

O advogado-geral da União embargou a voz e chegou a solicitar um lenço para enxugar o rosto em diversos momentos da audiência, que é crucial para sua aprovação como ministro da Suprema Corte.

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Trajetória e Origens

As passagens mais emocionantes da sabatina estiveram ligadas à história de vida de Messias. Ele se comoveu ao mencionar seus pais, Edna e Edson, e ao relembrar sua infância no estado de Pernambuco, antes de se mudar para o Piauí.

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Outro ponto de grande comoção foi o momento em que citou seu ingresso na Faculdade de Direito do Recife, em 1998. A trajetória acadêmica em uma instituição pública foi destacada pelo indicado.

Vínculos e Reconhecimento

Messias também demonstrou emoção ao se referir ao senador Jaques Wagner (PT-BA), a quem serviu como assessor parlamentar durante seu período no Senado. A relação profissional e pessoal foi evidenciada.

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Durante a resposta a questionamentos do senador Camilo Santana (PT-CE), ex-ministro da Educação, Jorge Messias precisou interromper sua fala para assoar o nariz e limpar os olhos. Ele reconheceu a profundidade das perguntas feitas por Santana.

O Papel do Serviço Público

“O senhor colocou questões que são muito profundas para mim”, declarou Messias, dirigindo-se a Santana. Ele ressaltou que é um beneficiário direto dos direitos sociais estabelecidos pela Constituição de 1988.

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“Essa é a minha história de vida. E, se consigo chegar até aqui, a partir do concurso público, porque o concurso público pressupõe a impessoalidade, porque o concurso público pressupõe a meritocracia, sem ter parentes no Judiciário, sem ter parentes em nenhum outro cargo… Eu fui a primeira pessoa da minha família a conseguir um cargo público pelo concurso”, afirmou o indicado, enfatizando a importância do mérito e da igualdade de oportunidades no acesso ao serviço público.

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A sabatina segue com a avaliação de sua conduta, conhecimento jurídico e adequação ao cargo de ministro do STF, um dos pilares do Poder Judiciário brasileiro.

Fonte: g1.globo.com

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