A Polícia Civil de Minas Gerais iniciou uma investigação minuciosa neste sábado (25) após a descoberta macabra de um corpo decapitado no Parque Ecológico Roberto Burle Marx, localizado no bairro Flávio Marques Lisboa, na Região do Barreiro, em Belo Horizonte. A vítima, encontrada em avançado estado de decomposição e com marcas de carbonização, adiciona um elemento de crueldade ao caso.
Descoberta macabra por ambientalista
A descoberta foi feita por um ambientalista que realizava trabalhos de limpeza na área. Ele relatou ter sentido um odor forte no local há alguns dias, o que o levou a investigar mais a fundo. Ao se deparar com os restos mortais, acionou imediatamente a Polícia Militar.
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Detalhes chocantes da cena do crime
No local, as autoridades encontraram um corpo que aparentava ser do sexo feminino, trajando short jeans azul e camiseta vermelha. A cabeça da vítima foi localizada a aproximadamente dois metros de distância do tronco, um detalhe que chocou os presentes e reforçou a brutalidade do ato.
Perícia confirma decapitação e carbonização
A equipe de perícia da Polícia Civil foi acionada e confirmou os sinais de decapitação e a carbonização parcial do corpo. O cadáver foi removido e encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) Dr. André Roquette, onde exames serão realizados para a identificação da vítima e a realização da necropsia, que poderá fornecer mais detalhes sobre as causas da morte.
Identificação e câmeras de segurança
A mulher aparentava ter cerca de 20 anos e possuía uma tatuagem de flores na perna esquerda. Até o momento, sua identidade não foi revelada. A Guarda Municipal, responsável pela segurança do parque, informou que o local conta com câmeras de vigilância em pontos estratégicos. As imagens foram disponibilizadas para auxiliar nas investigações.
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Investigação em andamento
A Polícia Civil reiterou que as investigações seguem em andamento para desvendar todas as circunstâncias que levaram a este crime hediondo na capital mineira. A comunidade de Belo Horizonte aguarda respostas sobre este caso que chocou a cidade.
Fonte: Estado de Minas