As despesas com viagens de ministros do Superior Tribunal Militar (STM) em 2025 atingiram a marca de R$ 400 mil, referentes a 87 deslocamentos realizados ao longo do ano.
O registro de maior gasto individual pertence ao ministro Guido Amin Naves, que desembolsou mais de R$ 43,7 mil em uma viagem de 8 dias para participar de um fórum na Alemanha.
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Helga Ferraz Jucá, assessora-chefe do STM, também se destacou com um gasto de R$ 38,9 mil, distribuído em três viagens, sendo a maior parte destinada à cobertura da COP (Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima).
Uma viagem de uma analista a Buenos Aires, na Argentina, custou R$ 21,1 mil, evidenciando também os gastos com deslocamentos para países vizinhos.
Contexto Político e Social em Debate
Em paralelo aos gastos com viagens ministeriais, dados recentes do Ministério da Justiça e Segurança Pública revelam um cenário preocupante em relação às mortes por intervenção policial. Estados governados por aliados do presidente Lula (PT) figuram no topo do ranking de mortes por intervenção policial a cada 100 mil habitantes.
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O Amapá lidera a lista com uma taxa de 17,11 mortes por 100 mil habitantes. O estado é governado por Clécio Luís (Solidariedade), que teve passagens pelo PT e PSOL.
A Bahia, sob gestão do PT desde 2007, aparece em segundo lugar com 10,55 mortes por 100 mil habitantes. O estado também lidera o ranking pelo número bruto de mortes, com 1.569 casos em 2025.
Sergipe fecha o top 3 com 8,39 mortes por 100 mil habitantes, governado por Fábio Mitidieri (PSD).
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Em contrapartida, o Distrito Federal, administrado pelo opositor de Lula Ibaneis Rocha (MDB), apresenta a menor taxa, com 0,5 mortes por 100 mil habitantes.
Debates no Congresso e Movimentações Internacionais
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), pautou para esta quarta-feira (28) o pedido de votação do acordo entre a União Europeia e o Mercosul, um tema que já enfrenta judicialização na Europa.
Enquanto isso, a Esplanada dos Ministérios observa uma debandada de nomes que buscam disputar as eleições de 2026. Poucos ministros confirmam permanência no cargo, entre eles Guilherme Boulos (Secretaria Geral) e Luiz Marinho (Trabalho).
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O senador Eduardo Girão (Novo-CE) está em missão internacional, denunciando o que chama de “violações de direitos humanos” no Brasil, com foco nas imposições do Supremo Tribunal Federal (STF).
A deputada Rosangela Moro (União-SP) criticou o uso de verbas públicas em campanhas de filmes, citando R$ 800 mil para a produção de “O Agente Secreto” para exibição no Oscar, em contraste com a falta de recursos para áreas essenciais como vacinação e educação.
Manifestantes realizaram protestos em frente à sede do Banco Master, exigindo apuração de denúncias de irregularidades e o impeachment do ministro Dias Toffoli (STF). Um novo ato está marcado para sexta-feira (30).
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) criticou o que chamou de “gasta do governo”, argumentando que famílias e empresas pagaram impostos recordes para financiar tais despesas.
O ex-presidente Michel Temer comentou com humor a acusação de “golpista” feita por Lula, afirmando que “se foi golpe, foi golpe de sorte”.
Questões como a assinatura de pedidos de CPIs para investigar o Banco Master também emergem no cenário político.
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