Vazamento de conversas de Moraes e Vorcaro é "gravíssimo" e "sem precedentes", diz coordenador do Prerrogativas

Vazamento de conversas de Moraes e Vorcaro é “gravíssimo” e “sem precedentes”, diz coordenador do Prerrogativas

O coordenador do grupo Prerrogativas, Marco Aurélio Carvalho, classificou como “gravíssimo” e “sem precedentes” o vazamento de supostas conversas entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em entrevista, o advogado ressaltou que a exposição de dados íntimos de Vorcaro, em meio a investigações do caso Master, […]

Resumo

O coordenador do grupo Prerrogativas, Marco Aurélio Carvalho, classificou como “gravíssimo” e “sem precedentes” o vazamento de supostas conversas entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em entrevista, o advogado ressaltou que a exposição de dados íntimos de Vorcaro, em meio a investigações do caso Master, representa um marco negativo na história da justiça brasileira.

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Carvalho também criticou a divulgação do sigilo bancário do filho do presidente Lula, Fábio Luis Lula da Silva, acusando a exposição de ser “fora de contexto” e parte de uma perseguição política.

“Igualmente grave é o vazamento criminoso do sigilo bancário do filho do presidente Lula, que foi exposto a milhares de pessoas fora de contexto”, afirmou o jurista.

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Segundo o coordenador do Prerrogativas, a oposição esperava uma “bala de prata” contra o governo, mas acabou lançando uma “bala soft” que se voltará contra eles mesmos, dada a inocência de Fábio Lula.

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O grupo Prerrogativas divulgou nota alertando para “abuso e espetacularização” nas investigações do caso Master, comparando os procedimentos à Operação Lava Jato.

A entidade jurídica progressista criticou a “sucessão de irregularidades” e “exposição vexatória” dos investigados, que criam um ambiente de “abominável espetacularização da atuação policial”.

A nota pede que a Polícia Federal adote o “rigoroso marco da legalidade” e preserve a presunção de inocência, além do sigilo de provas que afetem a intimidade dos investigados.

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“Os excessos inaceitáveis cometidos durante a Operação Lava Jato deveriam servir de alerta para que a atuação da Polícia Federal adotasse o rigoroso marco da legalidade”, conclui o documento.

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O grupo enfatiza a necessidade de assegurar a dignidade dos acusados e o sigilo das provas, contendo a “nociva espetacularização das investigações”.

Fonte: g1.globo.com

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