União Brasil mira senador do PSD em retaliação após saída de Caiado

União Brasil mira senador do PSD em retaliação após saída de Caiado

O União Brasil articula uma resposta contundente após a filiação do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, ao PSD, seu antigo partido. A legenda busca atrair o senador Rodrigo Pacheco, atual presidente do Senado e filiado ao PSD, em um movimento estratégico para reforçar sua presença em Minas Gerais e reposicionar Pacheco no cenário eleitoral. Movimentação […]

Resumo

O União Brasil articula uma resposta contundente após a filiação do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, ao PSD, seu antigo partido. A legenda busca atrair o senador Rodrigo Pacheco, atual presidente do Senado e filiado ao PSD, em um movimento estratégico para reforçar sua presença em Minas Gerais e reposicionar Pacheco no cenário eleitoral.

Movimentação em Minas Gerais

As negociações para a entrada de Pacheco no União Brasil estão avançadas, segundo informações da CNN. A filiação é vista como uma forma de fortalecer a legenda no estado mineiro, onde o partido busca consolidar sua influência.

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Nesta semana, o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, esteve em Minas Gerais e nomeou o deputado federal Rodrigo de Castro como presidente do partido no estado. A escolha foi interpretada como um aceno a Pacheco, visto que de Castro é um aliado do senador.

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Desdobramentos e Alianças

Aliados do União Brasil apostam que a chegada de Pacheco pode provocar uma debandada de nomes do PSD para a legenda. A expectativa é que essa movimentação partidária leve a um redesenho das alianças políticas em Minas Gerais.

Desejo de Lula e Cenário Eleitoral

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem externado publicamente o desejo de ver Rodrigo Pacheco como candidato ao governo de Minas Gerais. A mudança de partido é vista pelo entorno de Lula como um sinal de que Pacheco pode estar reconsiderando sua posição e avaliando a possibilidade de disputar o Executivo mineiro.

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No PSD mineiro, o atual vice-governador, Matheus Simões, é o nome cotado para a candidatura ao governo. Simões poderá eventualmente apoiar a candidatura presidencial de Romeu Zema (Novo) ou Flávio Bolsonaro (PL).

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Fonte: CNN Brasil

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