O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste domingo (11) que Cuba não receberá mais petróleo nem qualquer tipo de apoio financeiro proveniente da Venezuela. A decisão, comunicada através da rede social Truth Social, marca uma nova etapa na pressão americana sobre o regime cubano.
Fim de acordo energético-militar
Segundo Trump, a interrupção do fornecimento de petróleo e de recursos financeiros se deve ao fim de um suposto acordo entre Cuba e a Venezuela. Ele alegou que Havana utilizava esses recursos em troca de serviços de segurança prestados aos governos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro.
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“NÃO HAVERÁ MAIS PETRÓLEO OU DINHEIRO INDO PARA CUBA – ZERO!”, declarou Trump, enfatizando que o governo cubano deve “fazer um acordo, ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS”.
O presidente americano também afirmou que os Estados Unidos passarão a garantir a segurança da Venezuela. Essa declaração surge uma semana após uma operação militar americana em Caracas, que resultou na captura de Nicolás Maduro e na morte de membros das forças de segurança venezuelanas e cubanas.
Dependência cubana e pressão dos EUA
Cuba é historicamente dependente do petróleo venezuelano, com acordos estabelecidos desde os anos 2000. Estima-se que cerca de 30% do consumo energético da ilha provinha desse fornecimento, crucial para a manutenção de suas atividades.
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Trump sustentou que, durante a operação militar americana, 32 agentes cubanos que atuavam na segurança de Maduro teriam sido mortos. O governo dos EUA tem intensificado a pressão sobre a liderança venezuelana, representada por Delcy Rodríguez, para que cesse definitivamente o apoio financeiro e energético a Havana.
A proposta de Trump é que o petróleo venezuelano seja redirecionado para os Estados Unidos, eliminando assim a principal fonte externa de energia de Cuba.
Análise do cenário cubano por autoridades americanas
Após a captura de Maduro, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, filho de imigrantes cubanos, comentou sobre a situação da ilha. Ele descreveu Cuba como um país administrado por “incompetentes” que priorizam o controle político sobre o funcionamento econômico.
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Rubio destacou que o regime cubano se sustentou por décadas com o apoio externo, primeiramente da União Soviética e, mais recentemente, da Venezuela. “Mas isso agora acabou”, afirmou o secretário, indicando um cenário de dificuldades para o governo cubano.
Em declarações anteriores, o próprio Trump havia classificado Cuba como “muito mal” e um “país de terceiro mundo em todos os aspectos”, sugerindo que o regime de Miguel Díaz-Canel dependia do apoio militar e do petróleo venezuelano para sua sobrevivência.
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