STJ instaura sindicância para apurar denúncia de assédio sexual contra ministro Marco Buzzi

STJ instaura sindicância para apurar denúncia de assédio sexual contra ministro Marco Buzzi

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, em unanimidade, pela instauração de uma sindicância para investigar a denúncia de assédio sexual contra o ministro Marco Aurélio Buzzi. A decisão ocorreu após uma reunião extraordinária convocada com urgência pelos membros da corte. Comissão de investigação formada A apuração ficará a cargo de uma comissão composta pelos […]

Resumo

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, em unanimidade, pela instauração de uma sindicância para investigar a denúncia de assédio sexual contra o ministro Marco Aurélio Buzzi. A decisão ocorreu após uma reunião extraordinária convocada com urgência pelos membros da corte.

Comissão de investigação formada

A apuração ficará a cargo de uma comissão composta pelos ministros Raul Araújo, Isabel Gallotti e Antônio Carlos Ferreira. O sorteio dos membros ocorreu após a decisão de levar adiante a sindicância.

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Caso tramita no STF e no CNJ

Em paralelo, o Supremo Tribunal Federal (STF) também atua no caso. O ministro Nunes Marques foi sorteado para relatar a investigação, dada a prerrogativa de foro do ministro Buzzi. Adicionalmente, a Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu um processo administrativo para apurar os fatos, que estão sob sigilo.

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Denúncia detalha suposto assédio

A denúncia, revelada pela revista Veja, envolve uma jovem de 18 anos. Segundo o relato, o suposto assédio teria ocorrido durante férias em Balneário Camboriú, na casa de praia do ministro, onde a família da jovem passava temporada. A jovem teria relatado aos pais que, enquanto estava no mar, o ministro Buzzi tentou agarrá-la.

Diante da alegação, o casal registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil em São Paulo. Depoimentos foram colhidos nesta quarta-feira (4) no âmbito do processo.

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Posicionamentos oficiais

Em nota, a defesa da vítima manifestou esperar rigor nas apurações e ressaltou a importância de preservar a família neste momento. Por outro lado, o ministro Marco Buzzi negou veementemente as acusações. Em comunicado, ele declarou ter sido surpreendido com as insinuações e afirmou que as informações divulgadas não correspondem aos fatos, repudiando qualquer alegação de conduta imprópria.

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