Políticos de esquerda repudiaram, nesta sexta-feira (20.fev.2026), a punição aplicada pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB) à jogadora brasileira Carol Solberg. A atleta foi suspensa por um torneio devido a declarações consideradas pela entidade como “manifestação de natureza não esportiva”.
A sanção, anunciada na quinta-feira (19.fev), refere-se a celebrações feitas pela jogadora em 2025, após a disputa pelo terceiro lugar no Mundial de Vôlei de Praia de Adelaide. Na ocasião, Solberg comemorou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
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Liberdade de Expressão em Xeque
O deputado federal Ivan Valente (Psol-SP) classificou a penalidade como um “absurdo”. Em seu perfil oficial na rede social X, Valente argumentou que a decisão da FIVB configura “censura e cerceamento à liberdade de expressão”.
O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, também se manifestou em defesa da jogadora. Freixo destacou que “atletas têm voz, têm história e têm consciência social”. Segundo ele, a punição é uma tentativa de “amordaçar” a atleta e afirmou que “onde termina a quadra, não termina o direito de ser cidadã”.
“Censura no esporte, nunca mais!”, declarou Freixo, ressaltando a importância da liberdade de expressão para os cidadãos, independentemente de sua profissão.
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Solidariedade à Atleta
O deputado federal Chico Alencar (Psol-RJ) criticou o caso, definindo a atitude da FIVB como “silenciamento” e não como “conduta antidesportiva”. Ele expressou “toda nossa solidariedade a essa campeã!”.
A deputada estadual Marina do MST (PT-RJ) também manifestou apoio a Carol Solberg. “Toda minha solidariedade à atleta Carol Solberg, punida pela Federação Internacional de Voleibol por se manifestar”, escreveu.
Marina do MST ressaltou que “celebrar a responsabilização de quem ataca a democracia não é ‘conduta antidesportiva’. É exercer consciência cidadã”. Ela concluiu que “liberdade de expressão não pode ser seletiva”.
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