PL de Bolsonaro estima prisão domiciliar em julho, antes das convenções

PL de Bolsonaro estima prisão domiciliar em julho, antes das convenções

Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) preveem que um eventual pedido de prisão domiciliar para o peemedebista só deve ser concedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), entre junho e julho. A avaliação dentro do PL é que essa janela de tempo é estratégica. O objetivo seria evitar que a detenção […]

Resumo

Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) preveem que um eventual pedido de prisão domiciliar para o peemedebista só deve ser concedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), entre junho e julho.

A avaliação dentro do PL é que essa janela de tempo é estratégica. O objetivo seria evitar que a detenção de Bolsonaro, caso ocorra, seja explorada politicamente durante o período eleitoral.

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As convenções partidárias, que formalizam as candidaturas para as eleições municipais, estão marcadas para agosto. Ao conceder a prisão domiciliar um mês antes, o partido acredita que o tema perderia força no debate público.

Bolsonaro segue em UTI com quadro de pneumonia

Atualmente, Jair Bolsonaro está internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do hospital DF Star, em Brasília. Ele trata uma broncopneumonia, quadro que se agravou nas últimas semanas.

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Um boletim médico divulgado nesta terça-feira (23) informou que o ex-presidente está em tratamento contra uma pneumonia bacteriana bilateral, decorrente de um episódio de broncoaspiração.

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Ele foi transferido para uma nova acomodação na terapia intensiva, considerada mais adequada ao seu estado de saúde atual. O boletim também apontou melhora clínica e laboratorial, com queda nos marcadores inflamatórios.

Bolsonaro segue recebendo antibioticoterapia endovenosa, suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora. Não há previsão de alta da UTI.

Estratégia eleitoral do PL

A liberação de Bolsonaro para prisão domiciliar antes de agosto visa, segundo os caciques do PL, impedir que a situação de prisão em regime fechado, caso confirmada, seja usada como plataforma de ‘vitimismo’ pela campanha de seu filho, Flávio Bolsonaro (PL).

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A intenção é reduzir a exposição midiática e o discurso de perseguição judicial durante o período eleitoral mais intenso, permitindo que a campanha se concentre em outras pautas.

A conversão para a prisão domiciliar, na visão do partido, diluiria o impacto da detenção no imaginário do eleitorado e diminuiria a frequência de menções ao Poder Judiciário nas discussões políticas.

Fonte: G1

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