Paulo Pimenta permanecerá em Brasília para acesso a dados sigilosos de dono do Banco Master

Paulo Pimenta permanecerá em Brasília para acesso a dados sigilosos de dono do Banco Master

O deputado Paulo Pimenta (PT-RS), coordenador da base governista na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, anunciou que permanecerá em Brasília durante o fim de semana. O objetivo é examinar os dados sigilosos de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, em uma sala-cofre especialmente preparada para a consulta de documentos confidenciais. A disponibilização […]

Resumo

O deputado Paulo Pimenta (PT-RS), coordenador da base governista na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, anunciou que permanecerá em Brasília durante o fim de semana. O objetivo é examinar os dados sigilosos de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, em uma sala-cofre especialmente preparada para a consulta de documentos confidenciais.

A disponibilização desses dados, obtidos após a quebra do sigilo telemático de Vorcaro, foi determinada pelo presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG).

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A iniciativa visa assegurar que as informações sejam utilizadas exclusivamente para os fins da investigação, em resposta a preocupações com possíveis vazamentos e acusações infundadas. A sala-cofre foi estabelecida no plenário 19 do Senado, na Coordenação de Comissões Especiais, Temporárias e Parlamentares de Inquérito.

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O acesso aos documentos teve início nesta sexta-feira (13). A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) foi uma das parlamentares a visitar o local.

Em declarações à imprensa, Damares Alves expressou sua convicção de que Daniel Vorcaro não agiu sozinho no esquema de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. Ela acredita que Vorcaro seria a “cara” ou a “voz” de um “cérebro” por trás das operações.

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A senadora afirmou estar em busca desse “cérebro” e indicou que os documentos já disponíveis na sala-cofre contêm indícios de que a articulação do esquema envolve mais de uma pessoa.

Damares Alves ressaltou que não hesitará em mencionar nomes encontrados nos documentos, caso as evidências apontem para responsabilidades individuais ou coletivas.

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A CPMI do INSS investiga um esquema de fraudes que teria desviado cerca de R$ 3 bilhões de benefícios previdenciários. A comissão busca identificar os responsáveis e os mecanismos utilizados para a prática dos crimes.

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A estratégia de manter os dados em sala-cofre, com acesso restrito a parlamentares e sem dispositivos eletrônicos, visa evitar novas controvérsias sobre a confidencialidade e a integridade das informações coletadas pela investigação.

Fonte: Crusoé

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