A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) confirmou a detecção de um morcego portador do vírus da raiva no Bairro Funcionários, na Região Centro-Sul da capital.
A descoberta exige a revacinação de cães e gatos que residem em um raio de 300 metros do local onde o animal foi encontrado. A medida é um protocolo padrão para conter a disseminação do vírus.
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Vigilância e Prevenção Constantes
A Secretaria Municipal de Saúde mantém um monitoramento contínuo da circulação do vírus da raiva em Belo Horizonte. Agentes de Combate a Endemias (ACE) atuam na conscientização da população sobre os riscos e as formas de prevenção.
Eles enfatizam a importância de não manusear morcegos que apresentem comportamento atípico, como quedas, aparição em locais incomuns ou sinais de fraqueza.
O que Fazer em Caso de Suspeita?
A orientação é cobrir o animal com uma caixa sem tocá-lo e acionar imediatamente o serviço de Zoonoses da prefeitura para o recolhimento seguro.
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Desde o início do ano, a PBH já registrou 19 morcegos infectados com raiva em Belo Horizonte. As regionais Nordeste e Oeste lideram o número de casos, com quatro animais cada.
Campanhas de Vacinação em BH
A prefeitura disponibiliza vacinas contra a raiva para cães e gatos durante todo o ano. Em agosto, foi realizado o Dia D de imunização, alcançando animais com mais de três meses de idade, incluindo fêmeas gestantes.
Entendendo a Raiva Animal
A raiva é uma doença viral grave que afeta mamíferos, incluindo humanos. A transmissão ocorre principalmente pela saliva de animais infectados, através de mordidas, arranhões ou lambidas.
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No Brasil, entre 2015 e 2024, foram notificados 241 casos de raiva em cães e gatos, sendo a maioria em cães domésticos.
Ações Pós-Acidente
Em caso de contato com animais suspeitos de raiva, como morcegos, a recomendação é procurar o centro de saúde mais próximo para iniciar o tratamento profilático da raiva humana.
Os sintomas iniciais em humanos incluem febre, perda de apetite, dor de garganta e alterações de comportamento. A doença pode evoluir para quadros neurológicos graves, sem cura conhecida.
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Fonte: Prefeitura de Belo Horizonte