Moraes reage a falha técnica com fala sobre "derrubá-lo" e CPI do Crime Organizado mira escritório da sua esposa

Moraes reage a falha técnica com fala sobre “derrubá-lo” e CPI do Crime Organizado mira escritório da sua esposa

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), protagonizou um momento de tensão durante um julgamento na Corte. Ao reagir a uma falha técnica, o magistrado declarou que “querem me derrubar faz tempo” e alertou que “cabeças vão rolar”. A fala, que circulou rapidamente pelas redes sociais, gerou reações e críticas, ocorrendo em […]

Resumo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), protagonizou um momento de tensão durante um julgamento na Corte. Ao reagir a uma falha técnica, o magistrado declarou que “querem me derrubar faz tempo” e alertou que “cabeças vão rolar”.

A fala, que circulou rapidamente pelas redes sociais, gerou reações e críticas, ocorrendo em um contexto já marcado por questionamentos sobre o caso Banco Master.

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Reportagens recentes trouxeram à tona um contrato no valor de R$ 129 milhões firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Essas informações levantaram suspeitas de um possível conflito de interesses.

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O episódio ganha ainda mais relevância com as ações da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, que avança em suas investigações sobre o Banco Master.

CPI do Crime Organizado amplia investigações

Na última quarta-feira (25), a CPI do Crime Organizado aprovou uma série de medidas importantes. Entre elas, a convocação dos irmãos do ministro Dias Toffoli, também do STF, e a quebra de sigilo da empresa Maridt Participações S.A., da qual Toffoli é sócio.

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A comissão também determinou a convocação do empresário Daniel Vorcaro, antigo proprietário do Banco Master, peça central nas investigações sobre possíveis irregularidades financeiras.

Escritório da esposa de Moraes na mira da CPI

Um dos pontos de maior destaque nas deliberações da CPI foi a aprovação do convite para que a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, preste esclarecimentos.

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A investigação busca entender os detalhes do contrato firmado entre o Banco Master e o escritório de Viviane Barci de Moraes, que prevê o pagamento de R$ 3,6 milhões mensais por um período de 36 meses, com início previsto para 2024.

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Caso o acordo fosse integralmente cumprido, o valor total poderia atingir R$ 129 milhões, considerando que a instituição não fosse liquidada pelo Banco Central.

Até o momento, o escritório de advocacia, o gabinete de Alexandre de Moraes e a defesa de Daniel Vorcaro não se manifestaram sobre os desdobramentos.

Outras convocações e quebras de sigilo

A CPI do Crime Organizado também aprovou a quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático do Banco Master, abrangendo o período de 2022 a 2026.

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O objetivo é identificar operações financeiras atípicas e possíveis elos com organizações criminosas. Relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) também foram requisitados.

Além disso, a comissão já havia aprovado convites para o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e o ex-ministro da Fazenda, Paulo Guedes, além do próprio ministro Dias Toffoli.

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