O Governo de Minas Gerais anunciou um pacote de R$ 200 milhões em linhas de crédito emergenciais, destinadas a auxiliar a recuperação de empresas e prefeituras atingidas pelos temporais que assolaram o estado neste ano. A iniciativa, conduzida pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), visa oferecer suporte financeiro a micro, pequenas, médias e grandes empresas, cooperativas e negócios ligados ao agronegócio localizados em municípios que decretaram emergência ou calamidade pública.
Apoio financeiro para reconstrução e retomada econômica
O vice-governador Mateus Simões detalhou que o financiamento emergencial conta com condições subsidiadas, permitindo que os empreendedores e gestores municipais tenham acesso a recursos extraordinários para lidar com os danos causados pelas chuvas. As informações detalhadas sobre as linhas de crédito já estão disponíveis no site do BDMG.
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O governador Romeu Zema enfatizou o empenho do Estado em restabelecer a normalidade nas áreas afetadas, destacando que essa medida é fundamental para a reconstrução das cidades e a recuperação das fontes de renda da população mineira.
Condições favoráveis para micro e pequenos empresários
Para micro e pequenos empresários em municípios afetados, a linha de crédito emergencial oferece taxa fixa de 0,9% ao mês, com prazo de 36 meses para pagamento, incluindo seis meses de carência. A contratação é totalmente digital, e os recursos podem ser utilizados para capital de giro, permitindo que os empreendedores apliquem o crédito conforme suas necessidades urgentes.
Prefeituras terão acesso a recursos para obras emergenciais
As prefeituras mineiras também serão beneficiadas com a linha BDMG Solidário Municípios 2026, com taxa subsidiada de 0,28% ao mês mais Selic. O prazo de pagamento é de 120 meses, com 12 meses de carência. O BDMG liberará até 95% do valor contratado de forma imediata, agilizando obras de drenagem, contenção de encostas, pavimentação, reconstrução de unidades de saúde e escolas, habitação popular e saneamento.
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Suporte para médias e grandes empresas e agronegócio
Para médias e grandes empresas, incluindo cooperativas e o setor do agronegócio, as linhas emergenciais oferecem taxas diferenciadas, com prazos de até 90 meses para pagamento e até 36 meses de carência. Para ter acesso a este financiamento, é necessário que o município da empresa tenha decreto federal de calamidade pública.
A iniciativa busca mitigar os impactos econômicos das fortes chuvas que atingiram diversas regiões de Minas Gerais, como o Sul de Minas, Zona da Mata e Vale do Rio Doce, áreas que sofreram com inundações e deslizamentos, afetando a infraestrutura e a produção local.
Fonte: BDMG
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